terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Natal e o seu verdadeiro significado

imagem tirada net

Temos refletido pouco, sobre algo tão importante como o Natal.
É triste comprovar como em pleno apogeu de luzes, de enfeites, de presentes, de árvores cheias de bolas e de tanta luminosidade … Não sejamos capazes de entender mais além de tudo isto que impulsiona nossos desejos superficiais e que muitas vezes nos leva para longe da nossa verdadeira essência…da “nossa casa”.

A “nossa casa” não é um conjunto de paredes de tijolos com vários metros quadrados, localizados numa determinada localização geográfica.
A “nossa casa” é a Vida, é a nossa essência vital, é o lugar onde encontramos a Paz e o Amor.

Somente aqueles que crêem em algo transcendente à matéria, encontram “sua casa” especialmente nestes tempos tão revoltosos, em que tanta coisa ocorre, sem percebermos o sentido.

As estatísticas são negativas, quando nos apresentam que uma em cada cinco pessoas adultas com quem nos cruzamos nas ruas não têm emprego, a cada dia mais casais que prometeram amor, quebram relações,e na véspera de Natal muitos ficam desesperados pelas noticias que ouvem, que lhes fomenta a Ira, o Ódio e o Medo (IOM).

IOM parece ser a nova estratégia de guerra do Sec. XXI.
 Criam-se desordens e transtornos antes inexistentes, geram-se conflitos que não fazem sentido, argumentos e paixões que resultam em IOM alimentado principalmente pelos programas de TV, onde a OIM se vê diariamente.

É neste contexto que chega o Natal, junto com toda a estratégia social para que as pessoas comprem os regalos de “glamour” das agressivas campanhas publicitárias.

Estamos com uma sociedade decadente, agonizada, absolutamente apegada ao chão, que olha o ceu, e pensa que de “de lá de cima” chegará a solução que não quis olhar dentro de si, semelhante a alguém que viaja num avião e que pode decidir aproveitar a viajem e olhar a beleza das nuvens, as camadas superiores da atmosfera, os contornos geográficos das ilhas ou continentes, ou então decidir ler o jornal e olhar constantemente o relógio para verificar se falta muito para a viagem terminar, descer do avião de forma nervosa, correr, chegar em primeiro, mas receber ao mesmo tempo que os outros a sua mala de viagem.

A nossa Vida assenta nestas decisões. Não importa o que se passa do lado de fora, desde de dentro de nós temos a responsabilidade de eleger o que queremos Ser, Ter e aprender com as supostas ameaças, que não são senão oportunidades que nos envia o nosso próprio “Eu” para diminuir o “Ego” que todos criamos em serie.

Talvez o Natal seja a altura perfeita para parar e refletir. Perceber se levamos implantado em nós o IOM ( Ira+òdio+Medo) que bloqueia nossos centros de comando e fazem-nos tomar decisões baseadas no IOM, tornando-se este o pior vírus da Humanidade.

Reflitamos neste momento e vejamos:
A)    Opção Natal Nº1

1 – IOM+ Inveja=Vontade de destruir o outro(a) = Destruição+ Dor + Trauma = Infelicidade Pessoal Constante (IPC)

2 – IOM + Insegurança = Infelicidade Pessoal Constante (IPC) =Danos desproporcionais

3 – IOM + Stress = Danos Desproporcionais C/ efeitos colaterais ( DDEC)

No entanto, podemos sempre escolher outra realidade supersimétrica da mesma equação:
B)    Opção Natal Nº 2
Truques para dissipar o IOM:

- Apagar a Televisão.
- Dizer ao companheiro aquilo que sente a cada dia.
- Tocar piano, guitarra ou cantar melodias que desejamos fluir.
- Sorrir aos familiares.
- Sentir o abraço sincero dos que nos amam.
- Emocionarmos.
- Abraçarmos.
- Olhar a paisagem por onde passamos e não pensar em tempo.
- Abraçar “nossos irmãos” e dar-lhes o nosso melhor sorriso.

Para vivermos esta opção 2, não precisamos de mais nada exceto de um prato de sopa, de um teto, da “nossa casa interior” e de muito Amor Incondicional. Esta forma de ver a Vida não é real para quem está arraigado no IOM, não conseguem, não podem ver.

Tirem as vossas conclusões.
Muitos estão a decidir viver no AMOR e não no IOM, por isso todos os dias é Natal.
Feliz Natal

Texto traduzido e adaptado por Fernanda Ferreira do site de Raphael Lopez Guerrero.



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