terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

"Comer Cru" pela primeira vez


Já vai alguns anos, quando eu ouvi pela primeira vez, que o Homem devia de se alimentar de alimentos no seu estado Natural, ou seja crus.
E como quase tudo, primeiro “estranha-se e depois entranha-se”, pois fiquei boquiaberta.

Porquê?
Bem, na altura andava a pesquisar sobre macrobiótica e toda a sua filosofia da “grande vida”, na qual se devia comer poucas frutas, muito arroz integral, legumes salteados, algas, e quase tudo cozido.

E de um momento para o outro, ali estou eu, num congresso em Lisboa a ouvir Bruno Comby, a defender o comer os alimentos como a Natureza os dá.
 Este Mundo é assim mesmo, dá-lhe tudo e em todos os formatos, você só tem de escolher, melhor você só tem de se identificar.
Naquele momento a minha identificação não foi nenhuma, a minha mente interrogava-se, vagueando de lés a lés entre os alimentos mais yin, para os cozidos mais yang, onde esta dialéctica tinha de ser equilibrada.
Ofereci alguma resistência.
Fui pesquisar, e li, e ouvi, e experienciei em mim mesma, ouvi outros falar do mesmo assunto, e mais e mais, e hoje aqui estou eu, também defensora do Comer cru, Comer Vivo.

Bruno Comby é francês, autor de vários livros sobre alimentação e modo de Vida Natural, um homem muito simpático, que eu tive o privilegio de tomar algumas refeições com ele, (ele comeu o que havia cru), de o ouvir em palestras, mas também a nível particular.
O autografo que ele assinou, quando adquiri o seu livro:




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