sexta-feira, 31 de maio de 2013

Toma a vacina da gripe? Veja o que um cientista diz...

imagem copiada net
Um cientista da Universidade Johns Hopkins emitiu um esclarecedor relatório sobre a vacina da gripe no Brithish Medical Journal (BMJ).
Peter Doshi, o autor do relatório, diz que embora as vacinas estejam a ser empurradas para o publico em números sem precedentes, elas são menos eficazes e causam mais efeitos secundários do que é alertado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.
Além disso, diz Doshi, os estudos que fomentam a politica do incentivo da vacina anual contra a gripe, são muitas vezes estudos de baixa qualidade que não comprovam as alegações oficiais.

 A promoção das vacinas contra a gripe é uma das politicas de saúde mais visíveis e agressivas nos EUA, diz Doshi, do Johns Hopkins School of Medicine.
As empresas farmacêuticas e funcionários públicos pressionam para que haja uma vacinação generalizada a cada outono. Os resultados têm sido fenomenais. Apenas à 20 anos atras, estavam disponíveis 32 milhões de doses de vacinas e atualmente disparou para 135 milhões de doses.

" A vacina pode ser menos vantajosa e menos segura do que tem sido afirmado, e ameaça da gripe parece ser exagerada." Disse Doshi.

O que se alega para impulsionar a toma da vacina é que a gripe vem com um risco de complicações graves que podem causar a morte, especialmente em idosos e pessoas que sofrem de doenças cronicas. Esse não é o caso disse Doshi.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA reconhece que o único estudo randomizado da vacina contra a gripe em idosos não encontrou nenhuma redução no numero de mortes. " isso significa que vacinas contra a gripe são aprovadas para uso em pessoas mais velhas, apesar da falta de testes clínicos sérios que demonstrem uma redução nas consequências graves:" Diz Doshi


"Para a maioria das pessoas e possivelmente para a maioria dos médicos, os funcionários só precisam reivindicar que as vacinas salvam vidas, e supõe-se que deve haver uma pesquisa sólida por trás dele", diz Doshi. Infelizmente, esse não é o caso, diz ele.


Embora o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, diga que as vacinas contra a gripe são seguras e não há necessidade de pesar os benefícios contra o risco, Doshi discorda. Ele aponta para um estudo australiano que descobriu que uma em cada 110 crianças menores de cinco anos de idade teve convulsões, após a vacinação em 2009 para a gripe H1N1. Investigações adicionais verificaram que a vacina H1N1 também foi associada com um aumento nos casos de narcolepsia entre os adolescentes.

As preocupações de Doshi ecoam as do Dr. Russell Blaylock, um neurocirurgião e autor de "O Relatório de Bem-Estar Blaylock", que levanta profundas preocupações sobre a segurança e eficácia da vacina contra a gripe.

A vacina não só não é segura, diz à Newsmax Health, como também não funciona. "A vacina é completamente inútil, e o governo sabe disso", diz ele. "Há três razões para que o governo incentive os idosos a tomar vacinas contra a gripe: pneumonia secundária, hospitalização e morte. No entanto, um estudo realizado pelo grupo Cochrane estudou centenas de milhares de pessoas e descobriu que a vacina oferecia proteção zero para essas três coisas.

Um estudo divulgado em fevereiro descobriu que a vacina contra a gripe foi apenas 9 por cento eficaz na proteção de idosos contra a gripe mais virulenta da temporada 2012-2013.

O que é ainda pior é que as crianças pequenas que recebem a vacina contra a gripe não obtêm proteção contra a doença. "O governo também diz que todos os bebês com idade superior a seis meses devem receber a vacina, e eles sabem que ela contém uma dose de mercúrio, que é tóxica para o cérebro," diz o Dr. Blaylock. "Eles também sabem que os estudos têm mostrado que a vacina da gripe tem ZERO eficácia em crianças menores de cinco anos."

Para a maioria das pessoas, diz o Dr. Blaylock, as vacinas contra a gripe não previnem a gripe, mas na verdade aumentam as chances de pegar a gripe. O mercúrio contido nas vacinas é um forte depressor imunológico e faz com que a vacina contra a gripe suprima a imunidade por várias semanas. "Isso faz com que as pessoas altamente susceptíveis contraiam a gripe", diz ele. "Eles podem até pensar que a vacina lhes deu a gripe, mas isso não é verdade - ela deprimiu seu sistema imunológico e em seguida elas pegaram a gripe."

O Mercúrio estimula o cérebro durante vários anos, diz Dr. Blaylock, e esta ativação é a causa da doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas. Um estudo descobriu que aqueles que recebem a vacina contra a gripe de três a cinco anos aumentam o risco da doença de Alzheimer em 10 (DEZ!!!) vezes.


Doshi afirma que a gripe é um caso de "mercantilização da doença", em um esforço para expandir mercados. Ele aponta para o fato das mortes por gripe ter diminuído drasticamente durante o meio do século 20, muito antes das grandes campanhas de vacinação começarem no século 21.

Por que as empresas farmacêuticas colocam tanta pressão para a vacinação contra a gripe?
"É tudo pelo dinheiro", diz o Dr. Blaylock.
 "As vacinas são o sonho de toda empresa farmacêutica. Elas têm um produto que tanto o governo quanto a mídia vai ajudá-los a vender, e uma vez que as vacinas são protegidas legalmente, elas não podem ser processadas se alguém tiver uma complicação por causa da vacina."


O artigo de Doshi "é um sopro de ar fresco", diz o Dr. Blaylock. "Este artigo expõe em termos bem definidos e articulados o que tem sido conhecido por muito tempo - que a promoção da vacina contra a gripe é uma fraude".

"Aqui está a conclusão", diz o Dr. Blaylock. "O grande número de pessoas que recebe a vacina contra a gripe não vai obter qualquer benefício, mas eles terão todos os riscos e complicações."



3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  2. Pelo que entendi, a bloqueira não é médica, não se responsabiliza direta ou indiretamente por qualquer interpretação que seja feita, e, existem vários erros grosseiros de português no artigo.

    ResponderEliminar