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sexta-feira, 26 de julho de 2013

As bactérias que nos fazem cheirar mal

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Estamos no Verão, está calor e o meu corpo precisa de regular a temperatura. Como não sou eu que mando, mando em algumas coisas, em outras o corpo toma toda a responsabilidade, e faz-me suar.
E agora o cheiro?

O meu suor não cheira mal...nem o seu.
São as bactérias presentes na pele as "danadinhas" as responsáveis pelo odor.
Estas bichinhas que vivem na superfície da pele, sempre incomodaram o ser humano, os romanos também não gostavam delas, nem do mau cheiro que produziam, e como solução usavam umas almofadinhas aromatizadas nas axilas.
Mas andar eu, de almofadinhas nas axilas? Não me pareceu boa ideia.

O primeiro desodorizante químico foi desenvolvido no inicio do séc. XX à base de sulfato de potássio e sulfato de alumínio, ficou famoso após a segunda guerra mundial e desde de então não saiu do pódio dos produtos de higiene.
No entanto a ação dele no corpo humano tem sido questionada, no sentido de ser prejudicial, diz-se que os sais de alumínio em contato com o corpo pode levar ao desenvolvimento de células mamarias cancerígenas, com agravante que no local onde se coloca o desodorizante se localiza os nódulos linfáticos.

O que fazer para poder levantar o braço sem medos?
O que fazer para que essas bichinhas não proliferem?

Eu encontrei a minha solução.

A internet oferece um sem numero de soluções e receitas naturais, cabe a cada um descobrir aquela que mais gosta.
No meu caso, a minha receita é a mais simples e barata possível, é o bicarbonato de sódio.
Já usei em misturas, em pomadas, já fiz algumas receitinhas, mas prefiro simples.
Tomo o meu banho matinal, enxugo-me e de seguida com a pele ainda um pouco húmida passo uns pozinhos (não são muitos) nas axilas. Dura o dia todo.
Como é bom descobrir soluções que resultam, que são económicas e que não nos prejudicam.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Como saber que estamos andar no caminho do "ter mais saúde"?

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Eu acredito, que o tipo de alimentação molda a vida a uma pessoa, somos mais ou menos felizes de acordo com o que comemos.
Não é uma fé, é uma convicção com bases fisiológicas.

Buscamos tanta coisa para vivermos melhor e para sermos felizes, são tantas as "educações" e a mais importante delas, nós a descuramos, que é a educação na Saúde.
E o que é a Saúde?
É um estado completo de bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.

Como saber que estamos andar no caminho do "ter mais saúde" ou "ter menos saúde"?
Se nos sentirmos melhor fisicamente, mexemo-nos melhor, nossa mente está melhor, raciocinamos melhor, a memoria funciona, se damos bom-dia aos outros, se lhes sorrimos, e se junto com tudo isto amamos viver e amamos o mundo, então estamos andar na estrada da vida, mas não estamos a perder a saúde. Se pelo contrario, não nos sentimos assim, temos de questionar, o que fazemos, o que comemos, e como estamos a viver, porque tenho a certeza que estamos a deixar cair as sementes erradas porque estamos a olhar para o lado contrario.

Vivemos tempos difíceis economicamente, o medo e a ansiedade controla a mente e não a deixa encontrar o caminho da saída, mas vejamos que independentemente da atual crise, nunca o ser humano viveu tão bem e com tanta coisa como hoje, mas paradoxalmente também nunca houve tanto problema mental, as pessoas viveram "mentedependentes" de tranquilizantes. Porquê?
É a vida? É a situação atual?

Porta sim porta não, a depressão instala-se e as atitudes das pessoas alteram-se, algumas até deixam de reconhecer-se a si mesmas.
Para mim a principal causa não é a vida económica, a causa principal é o pânico, é o grito das nossas células, é o stress diário a que são submetidas, primeiro porque não recebem o alimento adequado a elas e segundo porque as envenenamos com a alimentação atual.

A nível de saúde e de alimentação existe muitas controvérsias, muitos dividem as aguas, e não relacionam o tipo de alimento ingerido com as emoções sentidas, com as atitudes tomadas e com a própria satisfação da vida.
Temos de buscar e tentar encontrar por nós mesmos a verdade.

Jesus disse: "conheceis a verdade e a verdade vos libertará", não sei a que verdade se referia, mas deduzo para mim, que esta verdade é "qualquer coisa" que nos liberta, que nos faz sentir melhor fisicamente, mentalmente, que nos faz amar a nós e o próximo.


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Porque comemos e não nos sentimos satisfeitos?


Nós como parte da Natureza, somos perfeitos.
No nosso cérebro existe um centro que nos comunica a sensação de SACIEDADE, de estar satisfeito.

Quando comemos, é enviado ao cérebro uma mensagem que diz: " chega, estou satisfeito".
A encarregada deste trabalho chama-se leptina.

A leptina é liberada na circulação sanguínea quando aumenta a gordura nos adipócitos, e vai a correr informar o hipotálamo, que o corpo tem bastantes reservas e que ele deve inibir o apetite, dando a nós, entidade máxima a sensação de "estou satisfeito".
A mensagem não é "estou cheio", é "estou satisfeito".

Muitas vezes continuamos a comer e a comer, passado duas horas, ainda temos toda a refeição no estômago, mas como é hora do lanche, voltamos a comer.
Porquê?
Porquê que a nossa amiga leptina, não faz o seu trabalho, e não nos dá a sensação de satisfeitos?

Eu concordo com a ideia de que o corpo tem sempre razão, nós é que por vezes não o entendemos e erradamente vamos contra a nossa "maquina biológica" que tudo o que faz é sempre em defesa do Bem Maior, que somos nós.
Por isso, quando o corpo não diz "estou satisfeito" é porque não está.
Ao comer carne, gordura animal, leite, açúcar, queijos, pizas, bolos e refrigerantes bloqueia-se a leptina e não se sente a SACIEDADE.
Fácil de entender, aquilo que estamos a comer enche a barriga, mas não alimenta o corpo.

Sabe-se que quando ingerimos gorduras de cadeia longa, como os azeites vegetais, algumas sementes, ficamos mais satisfeitos.
Vejamos:
Colocamos à frente de uma criança vegetariana habituada a comer fruta e legumes, uma boa taça de salada, com várias verduras, temperada de azeite. O que vai acontecer? A criança vai comer e passado um tempo diz "chega, estou satisfeita".
Colocamos à frente de outra criança uma pizza acompanhada com refrigerante. O que acontece? Até ficamos admirados como ela conseguiu comer tudo e beber todo aquele refrigerante, e no fim ainda come a sobremesa, parece que o corpo dela diz "quero mais, quero mais".
Este quadro passa-se em qualquer idade, que é estar cheio, que é ter dilatação abdominal, mas continuar com vontade de comer.

Pensemos nisto, e percebamos que fomos feitos maravilhosamente, e que nosso corpo precisa dos alimentos que foram feitos para ele.
Precisa de fruta, de legumes, de sementes, de cereais,.... no fundo de alimentos que nos SACIEM.


terça-feira, 16 de abril de 2013

2ª Lei da Saúde - Comer Naturalmente

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Já no séc. V A.C. os egípcios acreditavam que os alimentos constituíam a origem de todas as doenças.
Galeno, um médico célebre, considerava que era fundamental para se ter uma vida grande e saudável, uma escolha adequada de alimentos.
No séc. X, um dos poemas da escola de Salermo dizia: " se não há médicos, sejam os teus médicos estas três coisas: mente alegre, descanso e dieta moderada"
A convicção de que a dieta era um elemento fundamental na saúde e na longevidade esteve sempre presente, não é algo novo, bem pelo contrario é algo que neste momento pode ser comprovado pela ciência.

A Alimentação,  que é aquilo que colocamos várias vezes ao dia para dentro do nosso corpo, vai com certeza fazer diferença na nossa Vida, é o combustível de todas as nossas células, se este não for de qualidade, que qualidade terá o nosso corpo? Como afetará isso a nossa mente? E a nossa saúde?

Para a Medicina Natural, sempre que algo não vai bem, questionamos que alimentos temos ingerido, por exemplo na asma, na artrite, na diabetes, nas doenças cardiovasculares, no cancro, todas elas entre outros fatores têm como diagnostico uma má nutrição.
Para mim não há tratamento nem cura, se não houver uma alteração na alimentação; a ideia de que tanto saudáveis como doentes podemos comer tudo representa bem a frase:" com os dentes o homem cava a sua própria sepultara". Poder comer tudo, podemos, mas não nos convém, além disso não é inteligente continuar a fazer as mesmas coisas e querer obter resultados diferentes; se um determinado estilo de vida incluindo a alimentação nos levou a uma doença grave, querer se curar e não mudar nada, não tem como base um raciocínio lógico.

Mas, então se não podemos comer tudo aquilo a que temos acesso e que é chamado de alimento, o que comer?
Bem, aqui começa a confusão. O tema tem sido abordado por diversas filosofias e ideias, normalmente contraditórias, que acabam por confundir as pessoas.
No meu caso, durante anos tive duvidas, mas depois de muito pesquisar e até experiênciar, cheguei aquilo que considero ser o certo para a fisionomia do ser humano - uma alimentação de alimentos naturais - uma alimentação que possa manter a Saúde ou ajudar a recuperá-la.

Uma alimentação agradável, no seu estado natural, sem necessidade de muitas transformações. O Alimento natural deve ser comido tal qual a Natureza o oferece.

A alimentação que eu defendo é aquela que para mim está de acordo com a fisionomia humana; ao estudarmos os gorilas na selva, verificamos que o seu material genético assim como o seu aparelho digestivo  são muito semelhantes ao nosso; por isso é inteligente olharmos a sua alimentação; uma alimentação baseada em frutas, folhas, raízes e sementes.

O primeiro livro da bíblia em Genesis 1:29 diz: " Eis que vos dou toda a erva que dá semente sobre a Terra e todas as árvores frutíferas que contem em si mesmas sua semente, para que vos sirva de alimento."

Há quem defenda que ao fazer-se cozinheiro , o homem adoeceu, transformou a sua integridade biológica e abreviou a sua existência.
Lezaeta disse: " a mentira mais convencional da nossa civilização é a mentira do alimento cozinhado;"

O que comer?
A variedade é muita, mas assenta em quatro grupos:
 - Fruta - todo o tipo de fruta. Deve-se preferir fruta da época e da zona geográfica onde se vive.
 - Vegetais - couve, brócolos, alfaces, couve-flor, cenoura, beterraba, agrião, espinafres, nabo, rabanetes, algas, brotos e toda a folha ou raiz comestível na sua forma natural.
 - Sementes - Linhaça, sementes de abóbora, de girassol, de sésamo, entre outras; as sementes podem ser germinadas, como a semente de alfalfa e tornar-se um alimento riquíssimo.
 - Frutos secos - amêndoas, avelãs, nozes, caju, castanha do Pará, entre outros.

Estes alimentos devem ser, sempre que possível consumidos crus, na forma que são oferecidos pela mãe Natureza; eles trazem na sua composição as enzimas especificas para ser digeridos, as vitaminas e sais minerais para serem rapidamente assimilados.
Quando cozemos, refinamos, transformamos um alimento estamos a formar um alimento impróprio para o nosso organismo, que podemos tolerar, mas que não proporciona vida ás nossas células.
O Dr. Alberto Gonzalez é um medico Brasileiro, com mestrado e doutoramento pelo Instituto de Pesquiza Cirurgica da Universidade Ludwig Maximilian de Munique na Alemanha e escreveu um livro com o titulo " Lugar de médico é na cozinha"; onde defende uma alimentação natural, crua como forma de curar e prevenir doenças.

Não se passa de um dia para o outro para uma alimentação deste tipo, mas podemos ir dando passos:
- Aumentar a quantidade de fruta; substituir o pequeno-almoço ou o jantar por fruta; comer 4 maçãs ou 4 bananas o que precisar.
 - Aumentar a quantidade de crus; iniciar sempre uma refeição com um bom prato de salada, mesmo que tenha de comer peixe e legumes.
- Não cozinhar demasiado os legumes.
- Começar o dia com um suco verde.
- Deixar ou diminuir a carne e o peixe.
- Desistir dos lácteos, substituir por leites vegetais feitos em casa.
- Abandonar toda alimentação refinada, preferir os integrais.
Fazer isto é um excelente começo, é a prova que nos amamos, que queremos viver com respeito pelo nosso corpo.
As pessoas que sofrem com doenças cronicas, pensem nisto, pelo menos façam a experiência durante um tempo e tirem as próprias conclusões.

O Dr. Kirchner disse: " Sua alimentação determina em grande medida por quanto tempo você viverá - o quanto você aproveitará a vida e quão bem sucedida sua vida será."

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lei da Saúde Nº 1 - Respirar sempre AR PURO

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Dizia Hipocrates:
 " O ar puro é o primeiro alimento e o primeiro medicamento."
Sem ar, o Homem morre.
O ar é o elemento mais valioso; podemos viver semanas sem alimentos, dias sem agua, mas privados de ar, sucumbimos em poucos minutos.

A  observação do modo de vida atual mostra que o homem não se conscientizou da importância  que o ar tem como fonte de energia vital; podemos observar a modernice atual do ar condicionado.

O ar deve entrar no nosso organismo pelo pulmão e pela pele.
A pele é um segundo pulmão e um segundo rim, absorve normalmente a 4ª ou 5ª parte do oxigénio que necessitamos e expele de forma análoga os desperdícios do nosso desgaste orgânico; para isto é necessário que a pele esteja em contato direto com o ar, por isso aconselha-se os banhos de ar (em breve exemplificarei o banho de ar) e não usar-se roupas muito apertadas ao corpo.

A respiração deve ser feita pelo nariz, com a boca fechada, pois o nariz é o guardião dos pulmões, aquece o ar frio e retém as impurezas.

Ter atenção ao Ar, é algo que não é muito referido; ninguém se preocupa muito a não ser que se sinta mal.
Se estacionarmos num parque de um Centro Comercial, tipo -1 ou -2, apercebemos que o ar não é de todo o mais saudável, ficamos com dor de cabeça, tossimos, etc... no entanto não morremos e até existem pessoas a trabalhar nestes locais. Mas entre um extremo e outro existe o meio termo, que é uma respiração insuficiente, tanto pela qualidade do ar como pela forma como respiramos; e normalmente a este meio termo, nós não damos importância.

Quando não respiramos corretamente debilitamos nossa Saúde, como é referido na enciclopédia de saúde "The Ministry of Healig" onde a autora diz: " Para se ter bom sangue, devemos respirar bem. As inspirações profundas e completas de ar puro, que enchem os pulmões de oxigénio, purificam o sangue e impulsionam a corrente da vida a todas as partes do corpo. A boa respiração acalma os nervos, estimula o apetite, torna mais perfeita a digestão, produz sono saudável e reparador.
Quando se vive com uma quantidade insuficiente de oxigénio, a circulação do sangue torna-se mais lenta; os produtos tóxicos do desgaste que deviam ser eliminados pela expiração ficam dentro do corpo e toxicam o sangue. Não são só os pulmões que ficam afetados, mas também o estomago, o fígado e o cérebro.
A pele fica pálida, a digestão é retardada, o coração se deprime, se embacia o cérebro, os pensamentos ficam confusos e o organismo inteiro fica deprimido e inativo, particularmente exposto à doença."

A casa onde vivemos tem de ser, estar bem arejada, principalmente o quarto de dormir; o ideal era dormir de janela aberta, para que houvesse sempre uma constante renovação de ar.
Infelizmente dou-me conta que as pessoas além de não dormirem de janela aberta, ainda passam dias, talvez semanas sem abrirem os estores e sem arejarem o quarto, onde dormem pelo menos 8 horas diárias e a respirar ar viciado.
E, neste momento a tendência vai para bloquear ainda mais, pois muitas famílias procuram janelas que vedem na totalidade, janelas que não permitam a menor entrada ou saída de ar, como forma de poupar energia, ou seja durante o inverno mantêm os aquecedores acesos para que a temperatura fique amena, e com a calafetação das janelas a temperatura não desce, poupando desta forma energia. Mas, e o ar? Quanto tempo fica a casa fechada? Será que ninguém tosse nesta casa? E não sente dores de cabeça?

Estou de pleno acordo com o Doctor Phillip Welsh que disse: " Qualquer forma de tratamento de saúde que não deia a maior importância à coisa mais fundamental da vida que é - respirar ar puro profundamente - falhará miseravelmente em obter os melhores resultados".

Devia fazer parte da nossa rotina, as "respirações do acordar", devíamos abrir uma janela, ir até à varanda, ao quintal, ficar em contato com o ar da rua e fazer varias respirações profundas. Durante o dia repetir e  muito importante seria não esquecer de ensinar isto aos mais pequenos.

A respiração alimenta os nossos sentidos, as nossas funções orgânicas, nossas células, nossos órgãos, etc.
Ela é o que nos mantém vivos.
Respirar foi a primeira coisa que fizemos ao entrar neste mundo e será a ultima que iremos fazer.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lei Natural

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Toda a Natureza é um conjunto de partes de um "SER" vivo.
Os seus elementos estão relacionados entre si; a terra, o ar, o sol, a agua, os animais, o Homem e cada um deles mantem o equilíbrio com os restantes.

Para que a Grande Natureza se mantenha  perfeita e em equilíbrio são necessárias Leis; Leis que orientam a orbita dos astros, que marcam as estações do ano, que dirigem a vida  desde do elefante ao menor micro-organismo. Chamamos a estas leis a LEI NATURAL, e acreditamos que ela também rege a VIDA DO HOMEM.

Lezaeta dizia que " a LEI NATURAL é a vontade do Criador que impõe ao homem uma norma para cumprir o seu destino moral e físico."
Para mim a LEI NATURAL é algo profundo e até misterioso, mas ao mesmo tempo bem simples de sentir e seguir, por isso todos os seres irracionais a cumprem, é a Grande Força que faz com que tudo seja como é.
Por isso é urgente evoluirmos, é urgente agirmos de acordo com a Natureza, e usarmos a Lei Natural com subtileza, nunca com a força.

Todas as mazelas do Ser Humano surgem pelo não cumprimento desta LEI NATURAL.
Não foi só aqui, no Ocidente que se chegou a esta conclusão, vejamos o Taoismo, que ensina que temos de seguir o Caminho, que não são mais que as LEIS NATURAIS do TAO.

Quando ficamos doentes, usamos nossa energia na busca de um "remedio" para acabar com os sintomas, queremos fazer exames, saber o que temos, o que fazer para acabar com aquilo  que é danoso e nos incomoda. E, assim fugimos a uma questão importante, que é COMO RESTAURAR A SAUDE?

A Medicina Natural nasceu baseada no respeito pela LEI NATURAL, por isso raramente vai contra a doença, que é uma ação fisiológica do corpo, mas sim a favor da Saúde; não pretende anular sintomas, mas sim despertar no doente a sua habilidade para restaurar a saúde. Cada um de nós tem essa capacidade, todos temos um "medico interior", que não é um anjo, ou uma entidade, é algo muito concreto e cientificamente conhecido - o nosso sistema imunitário.

A nossa primeira necessidade é manter o Estado da Saúde, para isso precisamos de entender as necessidades do corpo em termos de alimento, de ar, de agua, de luz, de atividade, de descanso, de sono, de limpeza, vida saudável, de trabalho, de roupa, de amor....precisamos de saber como ajustar estes fatores de Vida de forma a mantermo-nos saudáveis ou a recuperar a saúde quando estamos doentes.
É necessário uma educação que vá no sentido da Saúde, é necessário aprendermos a viver em harmonia com a LEI NATURAL.

sexta-feira, 15 de março de 2013

A Ciência da Saúde baseada na Naturopatia

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O texto abaixo é baseado em Manuel Lezaeta

No caminho do progresso da Saúde existem três etapas:
1) Conhecer a verdade
2) Compreender a verdade
3) Realizar a verdade

Para chegar à meta gloriosa da saúde é necessário o conhecimento das Leis Naturais, a compreensão das mesmas e a prática adequada dessas Leis, que a nossa vida "artificial" infelizmente colocou em último lugar.

A sabedoria está na Natureza e não no Laboratório.
Para ser sábio de verdade, é preciso observar a obra do Criador - ou seja a Natureza - praticar as suas Leis imutáveis e adquirir a suficiente experiência pessoal.

A Saúde vale mais do que a Vida, porque esta sem aquela não vale a pena ser vivida.

"Ignorância da Saúde" é a única e verdadeira causa de todas as doenças, que o homem sofre no decorrer da sua existência. Compreende-se então a importância que há em instruir a criança, o homem e a família em tão importante matéria.

A escola ensina à criança e ao jovem variados conhecimentos que se consideram indispensáveis para assegurar o êxito da vida; no entanto esse jovem e essa criança empreendem a jornada sem conhecer os meios de guiar e cuidar a delicadíssima maquina que o Criador pôs à sua disposição - o corpo - com o qual, cada individuo enfrenta e cumpre o seu destino.

Adoecemos não por obra do acaso, mas sim pelos nossos próprios erros de vida. A Saúde obtém-se através dos nossos atos, todos os dias e submetidos às Leis Naturais.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Medicina Convencional está para Medicina Natural, da mesma forma que Louis Pasteur está para Antoine Bechamp


Pasteur foi um químico francês, e um dos importantes fundadores da microbiologia médica.
Bechamp foi um químico e biólogo francês, e o maior rival de Pasteur.

Porquê?
Pasteur defendia que a "doença era causada pelos microbios" e Bechamp defendia que tinha provas em como "a doença causava os micróbios".
Bechamp foi esquecido e Pasteur considerado o pai da medicina moderna.

Bechamp desenvolveu ao longo da sua vida a teoria de que os microrganismos podem mudar seu tamanho e sua forma dependendo da saúde do organismo hospedeiro, deixou uma frase celebre que diz: " O micróbio não é nada, o terreno é tudo."

Baseada em Pasteur, a medicina convencional considera  que toda a doença é causada por causa genética ou por "bichos" que entram vindos de fora e que atacam o corpo.
Fazem acreditar que existem centenas de doenças diferentes e que cada uma delas requer uma intervenção externa de drogas ou cirurgia. Por isso estamos a viver a era dos antibióticos e da industria farmacêutica.

Ao contrario, se hà 100 anos atrás, "quem mandasse" tivesse adotado as teorias de Bechamp e trabalhos semelhantes de outros como Otto Warburg, Linus Pauling, etc, hoje seria do conhecimento público que os sintomas das doenças se podem reverter e prevenir, se dermos ao corpo os nutrientes necessários para o trabalho celular e se equilibrarmos o PH do terreno biológico.

Toda a Medicina Natural, está de acordo com aquilo que Bechamp defendeu, que a maioria das doenças ocorrem devido ao mau funcionamento causado por toxicidade celular e desnutrição celular, o que cria condições favoráveis para o desenvolvimento de bactérias e vírus.
Isto significa que as bactérias e os vírus não são os causadores das doenças, mas um produto delas.

Bechampo descobriu que todo o doente ácido, com ambiente interno de baixo nível de oxigénio celular normalmente criado por uma dieta inapropriada, com deficiência de nutrientes, junto com estilo de vida pouco saudável, cria e abre portas a todo o desenvolvimento de bactérias, fungos e vírus que por sua vez nos prejudicam, mas a causa NÃO SÃO ELES, a causa é o nosso meio Interno.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Dr. Max Gerson - pai de uma das terapias mais famosas para a cura do Cancro. 1ª Parte

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O Dr. Max Gerson, nasceu na Alemanha em 1881,  estudou medicina nas três principais universidades alemãs, acabando por se formar na universidade de Freiburg.
Era medico, mas sofria de enxaquecas debilitantes, de tal forma que passava dias de cama com tudo escuro, sem poder trabalhar. E nem ele, nem seus colegas médicos conseguiam um tratamento que fosse eficaz.
Como ultima solução, começou a experimentar varias dietas, para ver se o seu problema era nutricional, depois de varias alterações, conclui pela experiencia em si próprio que uma dieta sem sal, com pouca gordura e vegetariana o libertava de suas enxaquecas e náuseas.

Assim, o Dr. Gerson passou a prescrever a sua "dieta enxaqueca" aos seus doentes e colegas. Um deles referiu que não só tinha cessado suas enxaquecas como se estava a curar da sua doença cronica - lúpus, o que o Dr. Gerson considerou "impossível", pois tinha aprendido que Lupus era incurável; no entanto as lesões do paciente foram se curando.
Tudo isto deixava  o jovem medico perplexo...? Como podia uma dieta que tinha sido concebida para tratar uma enxaqueca, também ajudar em outro problema de saude totalmente diferente? tudo isto contradizia o que tinha apreendido dos seus professores.
Com o tempo, e com as evidencias, foi forçado a reconhecer que o que a sua dieta foi capaz de curar, não era uma determinada doença ou sintoma, MAS TODO O ORGANISMO, que depois se tornou capaz de se livrar de todos os seus males.
 Esta percepção foi a base de toda a sua terapia.

Nos 20 anos seguintes, desenvolveu e aprimorou a sua terapia para ajudar pessoas com Cancro. Curou um grande numero de pacientes com cancro terminal, que tinham sido enviados para casa para morrer.

Seu sucesso com "este tipo de tratamento" atraiu grande hostilidade por parte do estabelecimento medico americano ( depois da 2ª guerra mundial Gerson vai para América com a família), o que prejudicou os seus esforços para fazer o seu método de cura publico e acessível a todas as pessoas.
Registou todo o seu "conhecimento" num livro A cancer Therapy, que foi publicado em 1958, e tornou-se um classico, como uma abordagem alternativa revolucionaria para o tratamento do cancro e de doenças cronicas degenerativas, um método que tem ajudado muitas pessoas até aos dias de hoje.

Um dos seus pacientes foi o medico teólogo e missionário Dr. Albert Schweitzer que com 75 anos sofria de diabetes. Com a Terapia Gerson curou-se por completo de forma que voltou para o seu hospital africano e ganhou o prémio Nobel da Paz aos 77 anos, no entanto trabalhou até aos 90 anos.

CONTINUA...nos próximos postes

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Lacticínios - São benéficos?

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O texto abaixo é de Francisco Varatojo, diretor do Centro de Macrobiotica Português.

"Na época actual, a população adquire cada vez mais a consciência de que uma boa alimentação é vital para a manutenção da saúde e bem estar. Cada vez mais pessoas reduzem o consumo de carne, açúcar, “fast food” e procuram nas lojas e mercados produtos naturais, alimentos integrais e biológicos.
No entanto, devido a toda a publicidade veiculada na comunicação social e em grandes cartazes espalhados nas ruas, o leite e os lacticínios continuam a ser considerados alimentos saudáveis, essenciais, quase sacrossantos: necessitamos de beber leite todos os dias para obter o cálcio necessário à formação e manutenção da massa óssea e assim evitar a osteoporose.
Escrever um artigo refutando tais afirmações e mencionado que o leite e os produtos lácteos não são assim tão saudáveis pode parecer uma total heresia, mesmo um perigo para a saúde pública. No entanto, alguns dos mais conceituados nutricionistas e médicos mundiais afirmam categoricamente que o consumo de produtos lácteos não evita a osteoporose e que podemos viver com melhor saúde quando nos abstemos de os ingerir.
Na realidade, o número de cientistas que acha que o leite e seus derivados não são bons para a saúde cresce todos os dias: Frank Oski (médico, director do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina John Hopkins e Médico-Chefe do John Hopkins Children’s Center), Walter Willet (médico, presidente do Departamento de Nutrição da Harvard Public School e Professor de Medicina da Faculdade de Medicina de Harvard), Lawrence Kushi (nutricionista, responsável por inúmeros estudos epidemiológicos e professor de Nutrição na Faculdade de Columbia de Nova Iorque), Colin Campbell (médico, Professor na Faculdade de Medicina de Cornell e responsável pelo maior estudo de nutrição até hoje realizado, o China Health Project), o falecido Benjamin Spock (médico), Neal Barnard (médico), John McDougall (médico) e muitos outros nomes conhecidos na comunidade científica internacional têm escrito e realizado alocuções públicas em que condenam veemente o uso dos produtos lácteos, afirmando que toda a publicidade feita aos mesmos não passa de uma fraude científica encabeçada por empresas comerciais.
Citando Walter Willet no recente livro publicado pela Escola Médica de Harvard, “Eat, Drink and Be Healthy”: “… os produtos lácteos não deviam ocupar o lugar proeminente que ocupam na Pirâmide Alimentar do Ministério da Agricultura Americano, nem deviam ser o cerne da estratégia nacional para prevenir a osteoporose. Em vez disso, os factos mostram-nos que o cálcio alimentar deve ser oriundo de uma variedade de fontes…”, ou “…mas o leite dá-nos mais do que apenas cálcio e alguns dos seus componentes – como calorias extra, gordura saturada, e açúcar conhecido como galactose – não são necessariamente bons para si. E mais, cerca de 50 milhões de adultos nos Estados Unidos não conseguem digerir completamente o açúcar conhecido como lactose. Como não o consegue fazer a maioria da população mundial”.
Sei que o que está a ler lhe pode parecer chocante, mas considere os seguintes factos:
Países do Mundo com maior consumo de lacticínios per capita: Finlândia, Suécia, Estados Unidos da América, Inglaterra.
Países do Mundo com maiores índices de osteoporose per capita: Finlândia, Suécia, Estados Unidos da América, Inglaterra.
Ingestão de cálcio na China rural: metade da ingestão da população americana.
Fracturas ósseas na China Rural: 5 vezes menos do que na população americana.
O que os diferentes estudos científicos apontam, praticamente sem excepção, é que absorção de cálcio depende de muitos mais factores do que a simples ingestão de lacticínios; os factores mais importantes parecem ser:
O tipo de alimentação que se tem – Uma alimentação com alto teor de proteína de origem animal como é a alimentação moderna, faz com que o organismo excrete muito mais cálcio; quanto mais proteína animal comemos, mais cálcio perdemos.
O grau de actividade física – A actividade física é essencial para a fixação de cálcio nos ossos; um pequeno passeio diário de meia hora pode operar maravilhas no que toca à prevenção da osteoporose.
Produção de hormonas reprodutoras como estrogéneos e testosterona – Redução na produção destas hormonas (estrogéneos nas mulheres, testosterona nos homens) torna difícil produzir e recriar massa óssea.
Vitaminas D e K – Estas vitaminas desempenham um papel importante na absorção e fixação de cálcio.
Apesar de a osteoporose não ter que ver apenas com o consumo de cálcio este é no entanto necessário; contudo, os lacticínios não são de forma alguma os únicos detentores deste mineral. Os vegetais verdes de rama fornecem a mesma quantidade de cálcio do que o leite, assim como por exemplo as oleaginosas.
As algas contêm uma quantidade muito superior de cálcio, algumas como a Hiziki, 14 vezes mais de cálcio por 100 gramas.
Em debates ou conferências em que menciono a quantidade de cálcio doutros alimentos é-me geralmente respondido que é verdade que outros alimentos contêm a mesma ou uma maior quantidade de cálcio, mas que este não é bem absorvido no sistema digestivo, não é “bio-disponível.”
Os factos, parecem contudo ser diferentes. Segundo o “American Journal of Clinical Nutrition” a absorção de cálcio de diferentes alimentos é, por exemplo, a seguinte:
Couve de Bruxelas – 63.8%
Brócolos – 52.6%
Rama de nabo – 51.6%
Couve – 50%
Leite de vaca – 32%
Portanto, não é apenas possível obter cálcio a partir de muitos outros alimentos, como é tão bem ou melhor assimilado que no leite de vaca.
Gostaria de frisar que não sou contra o consumo de lacticínios, apesar de achar que é perfeitamente dispensável, se assim se desejar; publicitar o seu uso como sendo absolutamente essencial para a saúde, nomeadamente para a osteoporose é, no mínimo, revelador de falta de informação e parece-me também ser pouco ético. Até hoje, ainda não vi qualquer estudo onde tal conclusão fosse evidente e inequívoca.
Mas, para além do tema da osteoporose, os lacticínios podem também não ser tão benéficos para a saúde como nos diz a publicidade, em especial quando consumidos em enormes quantidades como o faz a população moderna.
Pessoalmente, acredito que existe uma certa ordem natural que devemos seguir e dentro dessa ordem não somos um ser com características para ingerir leite ou derivados: como mamífero que somos, a ordem natural (que se aplica a todos os mamíferos) é sermos amamentados com leite materno até cerca de um ano, para depois sermos desmamados e começarmos a comer alimentos sólidos.
Na realidade, o ser humano é o único animal que após desmamado continua a ingerir leite e ainda por cima de uma outra espécie. Basicamente, o leite de vaca é um alimento ideal para nutrir um bezerro que aumenta nas primeiras semanas cerca de 37 quilos; um bebé humano, no mesmo espaço de tempo, aumenta apenas 1 a 2 quilos.
Walter Willet, professor de nutrição na prestigiada Universidade de Harvard, mencionado por mim no último artigo, cita e corrobora com factos aquilo a que ele chama o “Lado Negro do Cálcio e dos Produtos Lácteos” . Para ele, as principais razões para evitar o consumo de leite e produtos lácteos são:
Intolerância à lactose
Gordura saturada
Calorias extra
Aumento do risco de cancro na próstata e possivelmente um aumento de risco de cancro nos ovários
.
Dos pontos acima citados, gostaria de referir:
Intolerância à lactose - A maioria da população mundial é intolerante à lactose, o açúcar presente no leite de vaca. A maioria das pessoas após os 4 anos de idade perde a capacidade de fabricar lactase, o enzima responsável pela digestão da lactose e apenas 25% da população mundial consegue digerir bem o leite. A intolerância à lactose manifesta-se em sintomas como diarreia, prisão de ventre, cólicas, náusea. Dos diferentes grupos étnicos, a intolerância à lactose é a seguinte: de descendência asiática – 90 a 100%, de descendência africana – 65 a 70%, de descendência hispânica ou italiana – 50 a 70%, de descendência caucasiana – 10%.

Gordura saturada – A gordura presente nos lacticínios é gordura saturada, responsável pela obstrução dos vasos sanguíneos que está na origem da maioria das doenças cardiovasculares modernas.

Cancro na próstata – Em nove estudos independentes sobre o desenvolvimento do cancro na próstata, o factor mais forte e consistente ligado a este tipo de cancro foi o consumo elevado de lacticínios. No maior destes estudos o “Health Professionals Follow-up Study”, os homens que bebiam 2 ou mais copos de leite por dia tinham mais do dobro das hipóteses de desenvolver cancro da próstata avançado ou com metástases do que aqueles que não bebiam leite nenhum.

Cancro nos ovários – Existe um número significativo de estudos que apontam para a hipótese de o cancro nos ovários estar ligado ao consumo de produtos lácteos e apesar de tais estudos não serem conclusivos, a ligação parece ser demasiado forte para não ser considerada.

Antibióticos – O uso de antibióticos misturados na ração diária das vacas é enorme. Nos Estados Unidos, por exemplo, a vasta maioria dos antibióticos é utilizada nos animais e não em pessoas (isto apesar do seu uso em hospitais ter aumentado 100 vezes em 35 anos). Esses antibióticos acabam por ir parar ao leite e à carne, o que não me parece de todo ser benéfico. É bem possível que a resistência crescente de algumas bactérias aos antibióticos esteja ligada ao seu uso indiscriminado na cultura pecuária.
No meu caso pessoal deixei de consumir leite e produtos lácteos (um alimento que consumia em quantidades copiosas) há 24 anos e pouco tempo depois os sintomas de uma colite e de uma sinusite desapareceram completamente, até hoje. Na realidade, tenho testemunhado num número incontável de pessoas, melhoras extraordinárias em problemas como colite, sinusite, otite, asma e outros problemas respiratórios, alergias, quando deixam de consumir lacticínios e, em especial, quando deixam de comer lacticínios e açúcar.
Tenho a noção de que os dados apresentados nestes dois artigos sobre o leite são perturbadores, em particular quando a maioria da informação veiculada pela publicidade e comunicação social nos diz que este é essencial. Deve no entanto considerar que a informação veiculada pela publicidade pode não ser consubstanciada por factos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a FDA (Food and Drug Administration) proibiu as empresas produtoras de lacticínios de colocarem nas embalagens qualquer publicidade referente às vantagens destes alimentos porque de acordo com as regras da FDA é obrigatório corroborar as frases publicitárias com factos concretos e estes nunca são apresentados.
Não pretendo de todo com estes artigos semear o pânico ou ser o arauto da desgraça. Penso no entanto que é meu dever alertar e mostrar o outro lado da moeda, de forma a que se possa questionar o que às vezes parece ser inquestionável, informar-se e assumir tomadas de decisão conscientes sobre o estilo de vida e alimentação."

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

4 Alimentos Alcalinos que deve comer todos os dias


Penso que nunca houve tanta fartura de alimentos. Temos hipermercados a fazer fronteira com outros e todos eles cheios de produtos alimentares, são prateleiras cheias de cores e rótulos atrativos, tudo feito e pensado de forma a nos satisfazer.

No entanto a maior parte destes alimentos quando consumidos e metabolizados pelo nosso organismo deixa internamente um resíduo ácido, e uma das coisas mais importante para se aprender na prevenção de qualquer doença, é que o corpo tem de equilibrar os níveis do sangue num PH ligeiramente alcalino de 7,36 para sobreviver.
Comer excesso de alimentos formadores de acido pode ter consequências desastrosas para a nossa saúde, como “acidose” que é um diagnostico comum em diabetes, por isso um dos tratamentos mais adequados seria a ingestão preferencial de alimentos alcalinos.

Para combater a dieta de hoje essencialmente ácida recomendo 4 alimentos, que comidos diariamente podem ajudar o corpo nessa luta pelo equilíbrio:

Limão
O limão pode ser o alimento mais alcalinizante de todos.
Dá alivio imediato na hiperacidez, energiza o fígado e promove a desintoxicação.
Deve ser bebido diariamente.




Vegetais de Raiz
São vegetais considerados mais “yang” pelo olhar oriental, por isso são mais ricos em minerais que os outros vegetais. São eles os rabanetes, a cenoura, a beterraba, o nabo e o rábano. Podem ser consumidos cozidos ou crus. 
A cenoura e a beterraba uso em sumo e raladas, os restantes uso-os ralados.




Vegetais Crucíferos
Estes vegetais devem estar diariamente o nosso prato, são as couves-flor, os bróculos, os repolhos e outros.






Folhas Verdes
Não somos herbívoros, mas precisamos das folhas verdes tanto para prevenção como para cura de doenças. Elas são riquíssimas em vitaminas, minerais, fotoquímicos e clorofila. Promovem a alcalinização.
Folhas de couve, nabo, espinafre, agrião, coentros, salsa e alface devem ser comidas diariamente.

A maior parte das crianças não toca nos alimentos citados acima, penso que é deveras importante os pais irem incentivando, dando o exemplo pela introdução destes alimentos de resíduo alcalino, pelo bem deles próprios e da sociedade futura.

A prevenção, o tratamento ou a cura de qualquer patologia tem de obrigatoriamente passar pela ingestão destes alimentos de forma a criar um Ph adequado à vida das nossas células.






quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Porque são as frutas e os vegetais alimentos anti-inflamatórios?

imagem copiada net

Porque contêm polifenois.
Polifenois são compostos bioativos, são fotoquímicos que dão a coloração linda ás frutas e vegetais mas também beneficiam todos aqueles que os ingerem.

Têm uma ação anti-inflamatória e antioxidante.
 Inibem as proteínas inflamatórias, as famosas cox-2 e citoquinas, que ocorrem quando o sistema de defesa é ativado.

Sempre que surja no nosso corpo processos inflamatórios, e chamo atenção para o facto da maior parte das doenças serem inflamatórias, devíamos de alterar a nossa alimentação reduzindo alimentos que são inflamatórios (carne, fritos, refinados e açucares) para estes (verduras, frutas, sementes, cereais integrais e vegetais) que são anti-inflamatórios.
Faz sentido?

Lembro-me de quando minha filha tinha 3 ou 4 anos e surgiu-lhe um eczema exsudativo nas pernas, esperei um tempo e fui ao pediatra que lhe prescreveu Atarax. Fazia-a a dormir, mas não ajudou. Interrompi o fármaco, e durante uma semana a sua alimentação consistiu em muita fruta, sopa, legumes e algum peixe, e eis que o problema se foi.
 Este e outros exemplos semelhantes confirmaram-me e pavimentaram aquilo que eu acredito como caminho para a cura e para uma vida melhor.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Um médico que aprendeu a seguir Hipocrates

JEAN SEIGNALET

Todos sabem que sou discípula da famosa frase de Hipócrates, “que teu alimento seja teu medicamento”, acredito e comprovo que para prevenir ou reequilibrar estados doentios deve se ter como base de tratamento a alimentação, mesmo nas situações em que são usados fármacos ou cirurgias.

Mas, eu não sou médica, como tal sinto que muitas vezes a minha opinião não tem peso, por isso faço questão de trazer a este blogue, os pensamentos e as experiências de Homens que passaram a vida ligados à saúde e à doença, mas escolheram como meio de tratamento meios Naturais, mais perto daquilo que o pai da medicina apontou.

Um destes homens é JEAN SEIGNALET

Jean Seignalet foi um médico francês (morreu em 2003), foi por 30 anos director do departamento de transplantes do Hospital de Montpellier e pioneiro em transplantes de órgãos e tecidos especialmente tecidos renais.

A sua formação como médico, mas também como biólogo permitiu que ele elaborasse uma teoria global onde relaciona as doenças auto-imunes com a alimentação moderna.
 Como percebeu a causa destas doenças (que muitos ainda dizem desconhecida), elaborou um tratamento baseado na sua experiência com mais de 400 pacientes seguidos por um longo período.
E qual era o seu tratamento?
UMA DIETA
Simplesmente uma dieta, e teve tanto sucesso que em 1998 expôs as bases dessa dieta preventiva e curativa num livro, que chamou – Alimentação ou terceira medicina?



O livro é a explicação da Dieta, mas posso apontar 3 coisas:
- Não comer alimentos processados e industrializados.
- Não consumir nenhum tipo de lácteos.
- Mais de 70 % da dieta deve ser crua.

Muitos pacientes preveniram, controlaram e curaram as suas doenças auto-imunes e outras por seguirem estes conselhos.
 Está você, disposto a curar-se com dieta?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

PH -um assunto de Saúde - para se entender e levar a sério



Vamos ao médico, fazemos exames, tantos exames, análises e mais análises, vamos ao nutricionista aprender a comer, vamos ao pediatra para que a Saúde das nossas crianças seja melhor, enfim, temos de admitir que nos esforçamos para ter uma melhor qualidade de saúde.

Mas será que conseguimos?
Será que o Caminho que trilhamos para sermos mais saudáveis está certo?
Podemos fazer TUDO, mas temos que perceber (cada um de nós, não somente o medico), que a nossa saúde depende da qualidade de Vida das nossas células, que por sua vez dependem do EQUILIBRIO ÁCIDO-BASE dos líquidos que se encontram dentro e fora delas.

O que é o PH?
O termo PH foi definido em 1909, pelo bioquímico Soren Lauritz.
Significa literalmente Potencial de Hidrogénio, ou seja o PH usa-se para indicar a concentração de íons de hidrogénio num fluido.
Quimicamente é uma substância dissolvida num meio aquoso, classifica-se como ácida ou alcalina. Quando existe excesso de carga positiva, falamos de um ácido, quando existe excesso de carga negativa, de um meio alcalino.
Para determinar usa-se uma unidade de medida que dá o nome de PH.
E, é atravez deste famoso PH, que determinamos se nosso meio interno, ou seja os tecidos e os líquidos do nosso corpo estão num equilíbrio ácido-alcalino.

Para medir o PH existe uma escala que varia de 0-14, onde:
PH= 0 indica o máximo de acidez.
PH = 7 – indica valor neutro
PH = 14 – indica o máximo de alcalinidade.

Qualquer medição abaixo de 7 é ácida e acima é alcalina.
 É importante perceber que a variação de 1 valor, representa 10 vezes. Por exemplo, PH de 7 é 10 vezes mais alcalino que um PH de 6, assim, qualquer pequena alteração representa uma enorme mudança.

Porque é tão importante para a nossa Saúde?


Quando observamos, o “mundo das formas” este Mundo que experienciamos atravez dos nossos sentidos, percebemos que tudo se mantém dentro de um equilíbrio. Tudo vive dentro da sua própria harmonia, até o nosso sangue.



O PH do sangue humano está entre 7,36 a 7,42. 
Estes valores mostram que nosso sangue é levemente alcalino, e mais importante é que não pode variar além disto, pois iria comprometer a Vida. 
Se o PH do sangue descer para um valor de 6,95, levemente ácido a pessoa poderá entrar em coma.
Há estudos que indicam que as doenças somente prosperam em ambientes ácidos.
A capacidade de transporte de oxigénio pela hemoglobina diminui à medida que o seu sangue se torna mais ácido, por isso um dos sintomas de acidez é o cansaço extremo.
Este equilíbrio é tão importante, que a Natureza não nos colocou no controlo, ainda fazíamos asneira.
Mas é deveras interessante, diria mesmo apaixonante verificar os complexos processos bioquímicos que ocorrem constantemente na tentativa de manter o pH do sangue tão próximo quanto possível da perfeição. É de ser-se grato, a todas as células, que compõem o nosso corpo, pois elas lutam até morrerem para que nós nos mantenhamos Vivos.

O que Causa a Acidez Interna?
Pessoa ácida
O corpo é “ alcalino pelo design, mas as suas funções são acidificantes”, isto significa que todos os processos metabólicos do corpo produzem grandes quantidades de ácido, embora as nossas células e tecidos precisem de um ambiente alcalino, sendo que o corpo vai fazer de tudo para manter este PH alcalino.

As emoções, os sentimentos, as atividades físicas e mentais também têm o poder de acidificar ou de alcalinizar o nosso universo interno.
Na prática significa que o nosso corpo necessita de um combustível alcalino (comer alimentos de natureza alcalina, ter somente emoções e pensamentos positivos) sendo que o subproduto das actividades humanas é ácido.

Esta Acidificação não ocorre apenas pelas suas próprias funções corporais, mas por um desequilíbrio na dieta, que nos dias de hoje, é altamente acidificante, produzindo um meio ácido para células, tecidos, órgãos e finalmente sangue. 
Este desequilíbrio prepara o palco para o caos, abrindo a porta para doenças, doenças de todos os tipos.
Os pensamentos ou os estados emocionais negativos também produzem acidez, assim como um estilo de vida sedentário. Medicamentos, radiações, produtos químicos, que se encontram na água, no ar e na comida também agravam o problema.


Temos que reduzir muito, muitíssimo os alimentos que dentro do nosso corpo tem uma acção ácida.
 Por exemplo: açúcar branco (toda a doçaria), farinhas brancas, carnes e proteínas animais, fritos, alimentos com aditivos, alimentos industralizados, as refeições cozidas-congeladas-aquecidas (muitas vezes no micro-ondas), refrigerantes, etc. Estes e muitos mais a que chamamos alimentos são conhecidos pela sua natureza biocida (matam a Vida), e nós só vivemos muitos anos, porque fomos feitos maravilhosamente. Mas vivemos doentes (hoje fala-se na famosa cronicidade, grande parte das doenças – dizem os médicos – são crónicas – para toda a vida), e estes alimentos são os grandes culpados da baixa de vitalidade e produtividade do organismo, são os grandes culpados pelas nossas acompanhantes doenças.

 Porquê?
Principalmente porque o processo de metabolização destes é ácido, provoca uma descida no PH interno.
Então, se a nossa alimentação se basear em farinha branca (pão, massas, etc.), carne, sopa (feita 1 vez por semana, congelada e aquecida), sobremesas doces, bolachas, chocolates, leites e derivados, e junto com isto assistir aos telejornais com toda a sua carga negativa, vamos ficar muito ácidos.
Mas já sabemos que o sangue não pode descer abaixo de 7, 36, logo a Sabedoria Interna do Corpo, tem de equilibrar este PH.
Como? 
Indo buscar onde existir reservas alcalinas (bases) para promover o equilíbrio. Normalmente estas reservas, que são basicamente minerais alcalinos estão nos ossos, nos dentes, em tecidos do nosso corpo.
 Há quem defenda que a osteoporose não é falta de cálcio, pois ele somente sai do osso, porque o meio é ácido.

Um corpo saudável tem sempre uma reserva de minerais alcalinizantes para qualquer emergência. Mas se há poucas reservas, se os alimentos ingeridos não oferecer, então a inteligência interior vai buscar noutro lugar que pode ser ao sangue (sódio e o potássio), ossos e cartilagens (cálcio) ou músculos (magnésio) onde existir. Isto leva a deficiências e a vários estados doentios.


 Que alimentos alcalinizam o nosso sangue?

 Os sais minerais são os principais responsáveis pela manutenção da nossa saúde celular, sustentam o nosso corpo (sangue, músculos, tendões, dentes) alcalinizam ou acidificam o nosso meio interno, consoante a necessidade do organismo.
Os alimentos que mais contribuem para este estado de equilíbrio são as frutas frescas e secas, as sementes (cruas e germinadas), raízes, legumes, todas as folhas verdes, e tudo CRU, da forma que a Natureza criou – porque somente ingeridos desta forma, podem nos dar os sais minerais, enzimas digestivas, vitaminas, agua e fibras, ou seja nutrir o corpo e alcaliniza-lo.


Um Estudo
O dr. Alexis Carrel, fisiologista francês, ganhador de premio Nobel, conseguiu manter vivas, por 28 anos células cardíacas de embrião de galinha.
De que forma?
Mantendo estas células, banhadas por um líquido ligeiramente alcalino.
Se queremos que nossas células, as que formam o nosso corpo, sejam longevas, temos que proporcionar a adequada alcalinização aos líquidos corporais. E assim aumentar a longevidade celular e a nossa.

Para mim, esta explicação sobre o Ph, faz todo o sentido, TUDO é limitado dentro de uma norma.
A verificação dele (PH) dá-nos um feedback de como estamos a cuidar da “casa” da nossa Alma.