É uma couve
rustica, à qual se vão tirando folhas manualmente ao longo do ano. Costumo
comprar em molhos e custa-me entre 50 a 70 cêntimos, isto porque não há muita
procura. Este tipo de couve não precisa de muitos cuidados, por isso não leva muitos químicos, o que me agrada bastante. Também é um tipo de folha que se
adapta bem para fazer sucos verdes, mas ultimamente uso-a muito como couve
refogada, onde corto as folhas fininhas e levo a uma frigideira com dois alhos
picados e azeite, deixo ficar por uns minutos e está pronta.
Acompanha qualquer
prato.
Na imagem temos hambúrgueres de lentilhas, com puré de abacate com alho, sal e sumo de limão e a couve refogada.
Este tipo de couve
é muito rica em carotenoides e clorofila, sendo uma boa fonte de pró-vitamina
A, vitamina C, B1, B2, cálcio, ferro, magnésio e potássio.
Como a maioria das
couves, previne a incidência de alguns tipos de cancro, pois tem na sua
constituição glucosinolatos.
Pela sua historia,
sabemos que é um alimento adequado ao ser humano, pois sabe-se que é consumida
desde de tempos pré-históricos. Se temos que escolher o que comer em cada
refeição, vamos preferindo os alimentos mais antigos que já provaram os seus benefícios
na nossa saúde.
Na antiga Roma
comia-se muita couve após estados de embriaguez, mais tarde percebeu-se que a
couve tinha um efeito desintoxicante sobre o fígado.
Há tanto a dizer sobre aquilo que a couve vem trazer e fazer de bem ao nosso corpo, que em outro dia escrevo mais atentamente sobre a couve.
Se Hipocrates renascesse, ele vinha de certeza, com folhas de couve na sua mão direita, para sempre ser lembrada como grande alimento para o corpo humano.

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