segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Agrião e suas Propriedades


Todos os sábados encho minha cozinha de energia verde. Quero que esta energia chegue á minha alma e que eu fique também verde. 
É a cor da natureza, da erva, da clorofila, do ecológico. 
Enquanto Humanidade, precisamos urgentemente de “sermos verdes”.
Um desses verdes é o AGRIÃO




Nos tempos antigos, gregos e romanos, consideravam o agrião um tónico cerebral, acreditavam que se comessem mais agrião aprendiam mais depressa (será que está a faltar agrião nas nossas escolas?). Mães persas davam este legume aos seus filhos para que eles crescessem fortes e altos.

O Agrião está entre os vegetais mais nutritivos:
- Ajuda em todos os problemas pulmonares: asma, bronquite, tuberculose, catarros brônquicos, tosses rebeldes, expectorações purulentas.

- Tem propriedades anti-cancro – segundo um estudo, quanto mais agrião menos cancro.

- Ajuda os olhos: contém luteína e zeaxantina.

- Ajuda a normalizar a pressão arterial.

- Aumenta a energia sexual e a fertilidade.

- Pode ajudar a função mental e a retardar o envelhecimento.

- É um limpador do corpo, activa a circulação sanguínea.

- Muito importante nas mãmãs, pois estimula a produção de leite materno (o melhor alimento/medicamento para os bebés). Cuidado, o agrião comido cru deve ser bem higienizado, juntar umas gotas de peróxido de hidrogeno (agua oxigenada), vinagre de sidra ou limão à água da lavagem.

- Baixo em calorias, rico em potássio e iodo (importante na função da tiróide) obrigatório nas dietas de emagrecimento.

- Diurético, elimina líquidos. Ex: edemas, retenção de líquidos.

- Ajuda na digestão e é laxativo, regulador do fluxo da bile. Ajuda na obstipação.

- Mastigar folhas (pode ser em salada) de agrião cru cura o sangramento das gengivas. Cura rapidamente as aftas (estomatite aftosa).

- É rico em cálcio, fortalece ossos e dentes.

As razões são muitas para se comer agrião.
Pode ser comido em saladas, em sumo (juntamente com maçã), ou cozinhado.



Depois das compras, é hora da arrumação.
Separo as folhinhas verdes dos talos.
As folhas são comidas em saladas.
Os talos, aproveito para fazer arroz, não se pode deitar nada fora.






Coloco dentro de sacos individuais, ajusto  para sair o ar.
 Duram no frigorifico uma semana.






A salada cá de casa:
Ingredientes: alface, agrião, beterraba e cenoura ralada, coentros. 
Tempero com sal marinho, sumo de limão, folhinhas  de orégãos e azeite extra-virgem (existem muitos tipos de azeite, alguns deles são azeites refinados. Atenção não tem vantagem na Saúde.).

Espero não ser chata com as minhas explicações, mas o meu objectivo é fazer-vos comer agrião.
 Estou-me a perguntar porquê? não sei bem responder, é como uma necessidade de comunicar aquilo que acredito, por isso vou continuar...



Doenças da mente ou desequilíbrios do corpo?


Depressão, nervosismo, irritabilidade, ansiedade, pânico, fobias, traumas de infância, etc.,
Estas palavras são bem familiares, ouvimo-las muitas vezes, como diagnóstico do nosso mal-estar.

Mas…será que estas “doenças mentais” não têm as costas largas?
Quantas vezes o nervosismo, a irritabilidade não é causado por um desequilíbrio do Fígado?
O sofredor de fígado é um infeliz nas suas mazelas, tem inveja, irrita-se com facilidade, é mesquinho e vingativo, mas tudo isto deve-se à sua condição orgânica, aos seus “maus fígados”.
O ter medo, o sofrer de ansiedade pode ter como causa uma insuficiência do rim e das supra-renais.
O estado deprimido dos jovens pode dever-se às más notas nos exames, mas também à escassa produção de tiroxina pela glândula tiroide.

Derivam os nossos estados mentais desequilibrados, unicamente de causas mentais ou têm uma componente orgânica?
O contrário também pode ser perguntado: o estado da mente não influencia o estado do corpo físico?
Somos como uma moeda, temos a cara e a coroa e uma interfere na outra e vice-versa.
Podemos dizer, “ mente sã em corpo são” ou “ corpo são com mente sã”.

Henri Baruk, um francês neuro-psiquiatra disse. “ Numerosos mecanismos fisiológicos podem ser, com efeito, origem de perturbações mentais”.

Para deixarmos desabrochar a paz, alegria e todas as boas emoções que todos temos dentro, temos que ser saudáveis.
Os iogues sabem que os exercícios mentais, como a meditação, o estar no “agora”, o estar uno, só são atingidos, quando se consegue o “silencio do corpo”, isto é quando o corpo está bem, sem necessidade de reclamar.
Podemos dizer que os desconfortos orgânicos são obstáculos ao aprofundamento da Consciência.

URTICARIA PELA HOMEOPATIA


“A urticaria é uma perturbação que pode ser aguda ou crónica.
Traduz-se por um inchaço na pele (edema) acompanhado frequentemente, de comichões e por vezes de vesículas.

Remédios Homeopáticos do Estado Agudo
O primeiro remédio é APIS MELLIFICA 7CH , 3 grânulos, de cinco em cinco minutos.
 É particularmente indicado se a urticaria provocar muito calor, com melhora dos sintomas mediante a aplicação de água fresca.




O segundo remédio é URTICA URENS 5CH, 3 grânulos de cinco em cinco minutos.
 É particularmente indicado quando a urticaria vem acompanhada de comichões intensas e quando alterna com dores.
É igualmente possível alternar a administração dos dois medicamentos a cima.









Em caso de urticária com vesiculas, convém tomar RHUS TOXICODENDRON 7CH, 3 grânulos de cinco em cinco minutos.”








Extraído do Livro Dr. Gérard Pacaud

Nós curamos o Autismo de nosso filho


Por Karyn Seroussi
Tomado de PARENTS Magazine, edição de Fevereiro de 2000
imagem retirada net
Quando o psicólogo que estava a examinar nosso filho de 18 meses nos diz que acreditava que Miles tinha Autismo, meu coração começou a bater forte. Não sabia o que queria dizer esta palavra exactamente, mas sabia que era mau. Não era o autismo uma doença mental – quem sabe esquizofrenia da juventude? Me lembrei de ter ouvido dizer que este transtorno era causado por traumas emocionais na infância. Naquele momento, todas as ilusões de segurança no mundo desapareceram.

Nosso pediatra nos referiu uma consulta ao psicólogo em Agosto de 1995 porque Miles não compreendia nada daquilo que dizíamos. Ele tinha-se desenvolvido de uma forma perfeitamente normal até aos 15 meses, mas aí tudo se complicou, deixou de dizer palavras que tinha aprendido – vaca, gato, dançar – e começou a se interiorizar, a desaparecer de si mesmo. Supusemos como causa do seu silêncio as suas infecções crónicas de ouvido, mas depois de três meses, ele realmente tinha-se retirado para o seu próprio mundo.

Repentinamente, nosso filho feliz, já nem reconhecia a irmã de 3 anos. Miles não olhava directamente e nem sequer tentava comunicar. Seus actos tornaram-se cada vez mais estranhos. Ele arrastava a cabeça pelo chão, caminhava com a ponta dos pés (muito comum nos autistas, fazia sons estranhos com a garganta, passava largos períodos a repetir as mesmas acções, tais como abrir e fechar portas, ou enchendo e esvaziando uma taça de areia. Ás vezes gritava inconsolado, se negava a receber abraços e desenvolveu diarreia crónica.

Logo aprendi que o autismo – Desordem do espectro autista, como chamam os médicos - não é uma doença mental.
É uma deficiência no desenvolvimento, que se pensa ser causada por uma anomalia no cérebro.
 O National Institutes of Health estima que pelo menos 1 em cada 500 crianças está afectada. Mas segundo alguns estudos recentes a incidência está a aumentar rapidamente.
Na Florida, por exemplo, o numero de crianças autistas tem vindo aumentar em quase 600% nos últimos 10 anos.
No entanto, embora seja mais comum do que a síndrome de Down, o autismo continua a ser um dos transtornos de desenvolvimento pouco compreendido.

Nos disseram que quando crescesse, Miles iria estar severamente incapacitado. Que não ia fazer amigos, não ía ter uma conversa com sentido, não conseguia acompanhar as outras crianças numa escola normal e não ia conseguir viver independente. Somente podíamos esperar que a terapia comportamental lhe ensinasse algumas habilidades, que ele sozinho nunca iria desenvolver.

Eu sempre pensei que a pior coisa que podia acontecer a uma pessoa era perder um filho. E naquele momento, era o que me estava acontecer, e de uma maneira perversa e inexplicável.
No lugar de receber apoio, recebi olhares de desconforto por parte dos amigos.

Depois do diagnóstico inicial de Miles, eu passava horas e horas na biblioteca, investigando a razão pela qual meu filho tinha mudado tão repentinamente. Foi quando eu olhei um livro que mencionava um menino autista cuja mãe acreditava que os seus sintomas tinham sido provocados por uma “alergia cerebral” ao leite.

Eu nunca tinha ouvido falar nisto, mas esta ideia permaneceu na minha mente, porque Miles bebia muito leite. Também recordei, que poucos meses antes, minha mãe tinha lido que muitas crianças tinha infecções crónicas de ouvido devido alergia ao leite e ao trigo. Ela dizia: “ tu devias eliminar esses alimentos da alimentação do Miles e ver se os ouvidos melhoravam”. Eu insistia: “ mas leite, massa, queijo e cereal Cheerios são as únicas coisas que ele come, se as elimino, ele morrerá de fome”.

As infecções de ouvido de Miles tinham começado quando ele tinha 11 meses de idade, precisamente quando mudamos do leite de Substituição para o leite de vaca. Ele tinha bebido o leite de substituição até aquela altura, porque minha família tinha um historial de alergias. Eu tinha-o amamentado até aos 3 meses, mas ele não tolerava muito bem o leite materno – talvez porque eu bebesse muito leite. Então não havia nada a perder e decidi eliminar todos os lácteos da sua dieta.

E deu-se um milagre. Miles deixou de gritar, e já não passava tanto tempo a repetir tarefas, após uma semana já descia as escadas sozinho. Pela primeira vez em meses permitiu ser levado pela mão da sua irmã e ouviu-a cantar-lhe uma canção.

Duas semanas depois, ou seja um mês após ter sido observado pelo psicólogo, eu e meu marido voltamos ao pediatra para confirmar o diagnóstico de autismo.
 A Drª. Susan Hyman fez-nos muitas perguntas e vários testes a Miles. Nós descrevemos as mudanças de comportamento desde que deixou de consumir produtos lácteos. Finalmente a Drª Hyman nos olhou com tristeza e nos disse: “Sinto muito. Seu filho é autista. Admito que o assunto da alergia ao leite é interessante, mas acredito que não é o responsável pelo autismo de Miles, ou da sua recente melhoria.”

Miles surpreendeu a todos
Sentiamo-nos muito desencorajado, mas á medida que passava os dias, Milles continuava melhorando. Passado uma semana, sentei-o no meu colo e olhamos nos olhos um do outro, ele sorriu.
Chorei – finalmente ele parecia saber quem era. Até então, tinha ignorado a irmã, mas agora viu-a a jogar e até se chateou por ela tinha mexido nas suas coisas.
Milles passou a dormir bem, mas a sua diarreia continuou.
Iniciou um programa de conduta de comportamento e linguagem, que a Drª.Hyman tinha aconselhado.
Sou uma mulher por natureza céptica e meu marido é  investigador científico, e nós resolvemos testar a hipótese de o leite ser a causa de alteração de comportamento do Milles.
Numa manha coloquei-lhe óculos, mas no final do dia já estava andando em bicos de pés, com a cabeça pelo chão, a fazer sons estranhos e outros comportamentos que eu já tinha esquecido. Descobri que ele tinha comido queijo na charcutaria. Fiquei completamente convencida que os produtos lácteos estavam relacionados de alguma forma ao Autismo.

Eu queria que o Dr.ª Hyman visse como Milles estava, então enviei-lhe um vídeo, com ele o pai e a irmã a brincarem. Ela ficou muito surpreendida com o desenvolvimento de Milles, até disse: “ Karyn, se não tivesse sido eu a fazer o diagnostico, não acreditava que era a mesma criança”.

Eu, tinha de descobrir se as outras crianças tinham experiencias semelhantes e descobri um grupo de apoio ao autismo na internet. E, com alguma vergonha, perguntei: “será que o autismo do meu filho está relacionado com o consumo de leite?”
A resposta foi esmagadora. Perguntaram se eu não tinha ouvido falar do Dr. Karl Reichelt na Noruega? Ou de Paul Shattock de Inglaterra? Eram dois pesquisadores que tinham relatórios de quase 20 anos, provando que os produtos lácteos agravam os sintomas de autismo.
Meu marido que tem conhecimento de química copiou artigos de jornais, e da internet e estudou tudo detalhadamente.
Tomou conhecimento de que existia a teoria, que as crianças com autismo  "quebravam" as proteínas do leite (caseína) em peptídeos, que por sua vez afectavam o cérebro da mesma maneira que drogas alucinógenias.
Um grupo de cientistas – alguns eram pais de crianças autistas – tinham descoberto compostos com opiáceos – uma classe de substâncias, que incluíam ópio e heroína – na urina de crianças autistas.
 Os investigadores teorizam que estas crianças tem falta de uma enzima que quebra os peptídeos de uma forma digerível, como tal não acontece os peptídeos infiltram-se na corrente sanguínea antes de serem digeridos.
Com alguma emoção, eu percebi que a explicação fazia sentido, pois meu fillho, Milles tinha tido um desenvolvimento normal no seu primeiro ano de vida, ou seja, antes de entrar nos produtos lácteos. E também explicava a sua vontade de querer sempre mais leite. Os opiáceos são muito viciantes, e mais, o autismo é muitas vezes comparado com as atitudes de alguém que alucina com LSD.
Outra proteína que se decompõe de maneira tóxica é o glúten – que se encontra no trigo, no centeio, na aveia e que é adicionado aos alimentos embalados. Ficou claro que o glúten também tinha que desaparecer da sua dieta. Embora tivesse uma vida ocupada, tive que aprender a cozinhar sem glúten. As pessoas com doença celíaca também são intolerantes ao glúten.
Após 48 horas sem glúten, e com 22 meses, Milles fez pela primeira vez fezes sólidas e seu equilíbrio e cordenação motora melhorou drasticamente. Um ou dois meses depois, começou a falar – dizer, por exemplo –“zawaff” quando queria dizer girafa, e “ayashoo” quando queria dizer elefante.
No entanto, o seu pediatra, o gastrenterologista, medico que o seguiam desde o nascimento – ainda zombavam da ideia de ligação entre o autismo e a dieta. Embora a intervenção dietética fosse uma terapia segura, não invasiva para o tratamento do autismo, mesmo havendo estudos a comprovar, a maioria da comunidade médica não dava a menor importância.
Como tal, tínhamos de continuar sozinhos, então eu e meu marido começamos por assistir a conferências sobre autismo, a comunicarmo-nos com investigadores europeus. Também organizamos um grupo de apoio para pais de outras crianças autistas na comunidade. Embora alguns pais não tivessem interessados em explorar a mudança dietética em primeiro lugar, muitas vezes mudavam de ideias ao conhecer Milles.

Nem todas as crianças com autismo respondem positivamente à dieta, mas havia cerca de 50 famílias cujos filhos estavam a faze-la e tinham resultados animadores.

Felismente, encontramos um novo pediatra, que nos deu muito apoio, e Milles estava indo tão bem, que eu pulava da cama todas as manhãs para ver alterações nele. Um dia, quando já tinha 2 anos e meio, e agarrou um dinossauro para me mostrar, e disse: “ Wook, mamãe  issa tywannosaurus wex”. Surpreendida, segurei suas mãozinhas e disse: “chamas-te me mãe”, ele sorriu e deu-me um abraço que durou muito tempo.

Quando Milles completou 3 anos, todos os médicos concordaram que seu autismo tinha sido curado. Seus testes apresentavam um rendimento de 8 meses acima da sua idade nas áreas: social, linguagem, auto-ajuda e habilidades motoras. Entrou para a pré-escola, sem apoio especial. Seu professor disse-me que era uma das crianças mais agradáveis, faladoras e participativas na sala de aula.

Actualmente com 6 anos é uma criança normal. Lê, tem amigos, relaciona-se muito bem com sua irmã e brinca com jogos imaginativos, procedimentos nunca visto em crianças com autismo.

Meus medos nunca se tornaram realidade. Somos muito afortunados.

No entanto, eu imaginava outros pais na mesma situação e sem terem a sorte de ter conhecimento da dieta. Dai, em 1997  iniciei um folheto informativo, junto com uma organização de apoio internacional chamada rede Autismo para intervenção dietética (ANDI), juntamente com outra mãe, Lisa Lewis, autora de "dietas especiais para crianças especiais" (editora Future Horizons, 1998).
Recebemos centenas de cartas de pais de todo o Mundo, cujos filhos tem usado a dieta com sucesso.
Infelizmente, a maioria dos médicos permanecem cépticos.

Continuei a investigar o que tem vindo a emergir sobre o autismo e para mim é um distúrbio relacionado ao sistema imunológico.
A maioria das crianças autistas faz vários tipos de alergias alimentares para além do leite e do trigo.
Quase todos os pais de autistas do nosso grupo são pessoas com historial de doenças relacionadas com o sistema imunológico: doenças de tiróide, doença de crohn, doença celíaca, artrite reumatóide, síndrome de fadiga crónica, fibromialgia, ou alergias. Crianças autistas podem ter uma predisposição genética para anormalidades do sistema imunológico, mas o que é que faz com que a doença desencadear?

Muitos pais juram que o comportamento de seus filhos autistas começou aos 15 meses, após a toma da vacina tríplice (sarampo, papeira, rubéola).
Ao ver os vídeos e fotos de Milles com 15 meses, tive de admitir que ele começou a perder as suas competências linguísticas e sociais após ter tomado a vacina tríplice (em inglês MMR), tanto que após a toma tivemos que leva-lo no centro de saúde pois tinha febre de 40º e convulsões febris.
Recentemente, um pesquisador britânico, Dr. Andrew wakefield publicou um estudo, no qual responsabilizava a vacina do sarampo de danificar o intestino delgado – o que pode ajudar a explicar o mecanismo pelo qual os peptídeos alucinógenios passam para a corrente sanguínea. Se, se verificar que a vacina tríplice, desempenha um papel importante no aparecimento do autismo, podemos investigar que crianças são mais susceptíveis, para que não venham a ser vacinadas ou então numa idade posterior.

Pesquisadores da divisão Ortho Clinical Diagnostics da Johnson & Johnson, sendo meu marido um deles – estão a estudar a presença anormal de peptídeos na urina de crianças autistas. Minha esperança é que a dieta passe da esfera da medicina alternativa para a convencional.

A palavra autismo não tinha significado para mim,  mas mudou completamente a minha vida. Chegou a minha casa como um hóspede monstruoso que não tinha sido convidado, mas tenho de admitir que trouxe seus próprios presentes. Eu me senti abençoada duas vezes – uma foi a maravilhosa fortuna de recuperar o meu filho e também por ter sido capaz de ajudar outras crianças autistas que foram desenganadas pelos médicos.
Para conhecerem mais sobre o autismo e a autora desta historia carregue

Alecrim ajuda o cabelo a crescer


As culturas Mediterrâneas apontam o Alecrim, como uma erva para ajudar na queda e no crescimento do cabelo.

Pesquisas têm sido feitas, para se perceber como o Alecrim beneficia o crescimento do cabelo:

Repara nervos e tecidos - O ácido carnósico, um dos ingredientes chave da planta, demonstrou curar danos nos nervos e restaurar o tecido do couro cabeludo.

Aumenta a Circulação - Um maior aporte de sangue ajuda os folículos capilares a se desenvolverem.

Reduz a Inflamação e melhora a vida das células -  Estudos mostram que o Alecrim tem um efeito anti-inflamatório que melhora o funcionamento celular. Isso pode ajudar no crescimento e na espessura do cabelo. (1)

A aplicação tópica do extrato de folha de Rosmarinus officinalis que é o Alecrim mostrou neutralizar a queda de cabelo desencadeada pela testosterona. (2)

Um estudo descobriu que o Alecrim inibia a proliferação de fungos e bactérias. A perda de cabelo também pode ser causada pela presença constante de fungos e bactérias no couro cabeludo. (3)

Como usar?

Uma opção é usar Óleo essencial de Alecrim. Juntar 5 gotas de óleo de Alecrim numa colher de chá de outro óleo, como por exemplo, o de coco. Esfregar bem no couro cabeludo. Dormir toda a noite com esta aplicação. No outro dia lavar a cabeça, com shampoo o mais simples e natural que conseguir e ao qual junta algumas gotas de óleo essencial de Alecrim. Fazer por vários meses.

Também pode fazer uma decocção da planta Alecrim e juntar ao shampoo.

Receita:

Colocar uma boa quantidade de ramos de alecrim fresco ou seco, numa panela com água.



Deixar ferver até o liquido reduzir para metade.
Desligar o lume, tapar a panela com a tampa e deixar repousar, até arrefecer.

Quando esta decoção estiver fria, deitar num liquidificador e bater muito bem, como mostra a imagem.


 Coar num passador.


Juntar esse liquido ao shampoo, na proporção metade de liquido e metade de shampoo.


O shampoo fica mais liquido, agita-se um pouco antes de usar para envolver bem.
O chá restante do Alecrim pode ser guardado no frigorífico até uma semana e juntar um pouco dele na água de enxaguar.
Lavar a cabeça normalmente e no final, não usar amaciador. Deitar numa bacia um pouco de chá de Alecrim e um pouco de vinagre, colocar a cabeça dentro e com a mão ajudar a que esta água chegue a todo o couro cabeludo. Enxugar e secar o cabelo, sem passar por água limpa. Quando o cabelo tiver seco não tem cheiro, nem de Alecrim, nem de vinagre.

Um fio de cabelo dura de quatro a seis anos, nasce, cresce, repousa na cabeça e depois cai. Mas se houver algum problema de circulação, inflamatório, alérgico ou a presença proliferativa de bactérias ou fungos no couro cabeludo, esse cabelo vai cair antes do tempo.

É aqui que o Alecrim ajuda, porque melhora a circulação. Com boa circulação chega até às células mais nutrientes, mais oxigénio e também é levado os dejetos celulares, o que deixa as células do couro cabeludo a viverem num ambiente saudável com todas as condições para que nasça e se desenvolva um bom cabelo.

O que é a Permeabilidade Intestinal?


Nossos intestinos medem à volta de 8 metros, e entre as suas várias funções têm duas muito importantes.
Uma é a digestão e a absorção de alimentos, a outra é ser a barreira de proteção da entrada do nosso organismo de compostos tóxicos e de macromoléculas, substâncias mal digeridas. Significa que, se as paredes do Intestino estiverem em bom estado fisiológico, os nutrientes são bem absorvidos e as toxinas do bolo fecal não passam para a corrente sanguínea. 

Quando o Intestino deixa de estar saudável, e passa a existir PERMEABILIDADE INTESTINAL, as partículas mal digeridas e toxinas conseguem atravessar as vilosidades intestinais e entrar na corrente sanguínea,  o que coloca todo o Organismo em sistema de alerta. 
A parede do intestino inflamada “permite” que passe para a corrente sanguínea macromoléculas, nosso sistema imunitário as deteta e põe em marcha uma série de medidas de urgência para bloquear o que entrou para o organismo e não devia. O corpo vai inflamar “o que entrou e não devia”. Se este se localizar no ouvido, haverá otite, se no nariz sinusite e assim por diante, sendo esta a causa da maioria das doenças tanto inflamatórias agudas que ocorrem mais em crianças, como nas doenças auto-imunes que surgem mais nos adultos.
Percebemos a importância do intestino? Porquê que todas as curas têm de começar pela boca e pelo equilíbrio do intestino?


O que são as Macromoléculas que passam para a corrente sanguinea?
São os alimentos mal digeridos e com um tamanho acima do normal, que não entravam para o sistema circulatório se o intestino estivesse em condições nornais. Ao entrarem, são interpretados pelo sistema imunitário como intrusos, dos quais ele tem de se defender. Sabe-se que algumas partículas mal digeridas e absorvidas podem formar complexos que chegam ao cérebro e criam sintomas como ansiedade ou depressão. Mais uma vez vemos aqui a relação do intestino com doenças “mentais”, que no fundo não são mentais.

A integridade do nosso intestino é mantida principalmente através do equilíbrio da flora intestinal.
É a alteração deste equilíbrio – Disbiose - que faz com o intestino seja o ponto de partida para inúmeras desordens metabólicas, baixa imunidade, desordens cognitivas, doenças crónicas e degenerativas. 
Mas isto não é novo, há muito que se chegou a este problema, como causa das doenças, antes de Cristo, Hipócrates disse “ todas as doenças começam no intestino”.
Não existe saúde, sem um intestino saudável. 

Nossos intestinos são por comparação como raízes, que selecionam, transformam e sintetizam os elementos nutritivos. O estado funcional do intestino, exerce toda uma responsabilidade sobre a Saúde do corpo todo. E, nós temos responsabilidade em relação à saúde do Intestino.


O que pode levar o intestino a ser permeável?
Tudo aquilo que chega até ele,  mas que talvez não lhe seja indicado.

São apontados os seguintes fatores:
- Excesso de antibióticos, que leva a Disbiose Intestinal. 
- Medicamentos como Inibidores da Bomba de Protões, que diminui o ácido do estômago e não permite uma boa digestão, principalmente das proteínas.
- Alimentação pobre em verduras e frutas e rica em gorduras e proteínas animais.
- Ingestão de pouca fibra.
- Preferência por Alimentos Refinados  em relação alimentos Integrais.
- Digestão lenta, pelos mais diversos fatores, como comer rápido, comer em estados mentais perturbados, fazer misturas alimentares incompatíveis, etc.

- Todas as alíneas acima, podem provocar inflamação intestinal, que pode levar a alterações da flora intestinal e dar inicio a este problema que é a Permeabilidade Intestinal.
O meu Mestre Lezaeta disse: “toda a doença tem as suas raízes no ventre, não há doente com boa digestão”.

Romã - uma caixinha de rubis


Já falei deste fruta aqui, mas acredito que enquanto fizer o blogue, todos os anos o farei. A romã não é uma fruta, é uma Srª Fruta, por isso a Natureza desenvolveu-lhe uma coroa.

Já se falou muito da ação do suco de Romã no Cancro, principalmente no de Próstata, mas um novo estudo feito na Califórnia acaba de mostrar pela primeira vez que este suco espremido dos “rubis” inibe três principais processos envolvidos nas metástases do cancro de mama. 
Os pesquisadores ficaram tão impressionados, que comentaram “ o suco de romã é um tratamento potencialmente eficaz para evitar a progressão do cancro em geral”.

Em estudos de laboratório o suco de Romã mostrou citotoxidade (destruição de células nocivas). Foi mostrado em laboratório que a ingestão do extrato de Romã por via oral inibia o crescimento de tumores do pulmão, pele, cólon e próstata.

Cancro de mama com Metástases
Pesquisadores da Universidade da Califórnia Riverside fizeram um estudo em que usavam um copo de suco de romã e noutros casos usavam três copos de suco de romã. Concluíram que na concentração mais baixa, o suco de romã dado como medicamento parou completamente o crescimento de células cancerosas, e na concentração maior parou o crescimento e também matou porções significativas de agrupamentos de células cancerosas.
A capacidade de migração das células cancerosas foi significativamente suprimida, assim como as metástases ósseas, isto tudo porque estimula a expressão dos genes a suprimir o processo metastático de diversas maneiras.
O mais impressionante é que nenhuns destes efeitos foram observados nas células normais da mama.

Estamos a falar em doenças, em cancro, temos obrigatoriamente de falar em Inflamação, que normalmente está presente no aceleramento do processo de metástases, mas o milagre pode surgir se você presentear o seu corpo com o suco da “rainha” que suprime as citocinas pró-inflamatórias/quimiocinas e aumenta os níveis das citocinas anti-inflamatórias.
Quer mais?
Quanto a si e à sua mente, eu não sei, mas…o seu corpo quer de certeza e a altura é agora. Em qualquer mercado de agricultura caseira se encontra romãs, é uma fruta que existe bastante em Portugal, mas que infelizmente não chama muito as pessoas.
Bisbilhotando as compras dos outros, apercebo-me que se compra uma romã, no máximo duas,… mas,… como é que só se compra esta quantidade da rainha do outono? Da fruta que mais estudos, apresenta da prevenção/cura do cancro?

Desde que tomei consciência da importância da romã, sempre que chega a sua época, eu compro mais ou menos quatro quilos por semana, abro-as tiro os baguinhos todos, coloco numa caixa  no frigorífico, desta forma duram toda a semana. Na hora de fazer/beber, só tenho de os colocar no jarro liquidificador e depois coar. Acredito que dentro de mim as minhas células se enriquecem, tanto ou mais do que se me oferecessem rubis verdadeiros.