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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Pode a Depressão ser contagiosa?


O Bom Humor e a Positividade são contagiosos, será que a Depressão também é contagiosa?
A Depressão não pode ser contagiosa, a Depressão é uma manifestação mental de desequilíbrios no corpo.

O fisiologista francês Claude Bernard descreveu um fenómeno do nosso corpo, que é o de tender para o equilíbrio, para manter a homeostase, que é uma condição de relativa estabilidade, a qual o organismo necessita para realizar as suas funções, tanto físicas, como mentais. No livro “A estranha ordem das coisas” o neurologista António Dâmaso, aponta a Homeostasia como o fundo necessário para ter bons sentimentos ou boas emoções. De forma direta podemos dizer que aquilo que pensamos, sentimos, como agimos, como nosso semblante está, depende do estado do nosso corpo físico.

A Depressão pode ter um contributo da vida exterior, mas ela só existe devido a desequilíbrios do corpo, só existe devido a essa falta de Homeostasia física. A inflamação cronica é apontada como uma das causas da depressão. Análises clínicas mostram que pessoas com transtorno bipolar ou depressão pós-parto têm níveis elevados de citocinas inflamatórias.
Problemas intestinais com desequilíbrios na flora intestinal, levam a uma menor produção de serotonina. O intestino é o segundo cérebro, está ligado ao primeiro pelo nervo vago. Lezaeta, um mestre da Naturopatia dizia, que todos as pessoas deprimidas, tinham de dormir com emplastro de argila sobre o ventre para regularizar todas as funções e parece que tinha razão.
Deficiência de vitamina D é outra causa apontada, quando no nosso corpo, os niveis estão baixos, há mais tendencia a pensamentos depressivos. 

A Depressão não é contagiosa, é a ponta do iceberg de vários desequilíbrios do corpo, que podem ser resolvidos. Com um Estilo de Vida que traga Homeostasia ao corpo, qualquer pessoa pode criar os alicerces de uma mente em paz, onde nascem emoções e sentimentos de alegria, de felicidade e de entusiasmo pela Vida.



sexta-feira, 28 de junho de 2019

Que plantas tomar em caso de depressão?


A palavra depressão vem do latim, significa “apertar firmemente” e “para baixo”, traduzindo poderíamos dizer que as pessoas se sentem “apertadas” e com tudo “em baixo”, ou seja, onde pouca coisa flui.

Para sair da depressão, para curar uma depressão, tem que haver foco em querer se curar, em querer ganhar saúde e isso se consegue com práticas que vamos incorporando ao dia a dia.

Neste poste vou unicamente falar sobre as plantas que podemos tomar, para fazer frente a estados depressivos. Caso a pessoa esteja medicada com fármacos antidepressivos, não tome plantas. Não há muitos estudos entre as interações de plantas e fármacos. A planta é usada há milhares de anos e seus efeitos estão bem provados, mas a ação entre os princípios ativos dos medicamentos e os fitoquímicos da planta não se conhecem, por isso não misture.

Plantas a usar
copiada da net
Hypericum Perforatum (Erva de são João)
Usado desde a idade média, o extrato desta planta foi o antidepressivo mais usado na Alemanha. Contém númerosos componentes biologicamente ativos que produzem o efeito antidepressivo, entre eles está o aumento dos níveis de serotonina no cérebro.
Além de antidepressivo, esta planta tem ação calmante, analgésica e anti-inflamatória.

Deve tomar 10 gotas de tintura três vezes ao dia, ou seguir as indicações do fabricante.
É uma erva estudada, sabe-se perfeitamente que a sua toma é segura, no entanto em algumas pessoas pode aumentar a fotosensibilidade, ou seja a pessoa quando está a fazer tratamento com o Hypericum não deve se expor demasiado ao sol.
Não tome esta planta com antidepressivos, ela interfere nos efeitos.
Tomar Hypericum em estados depressivos é fazer uso de um conhecimento que tem alguns séculos de experimentação, e que é atuamente comprovado com estudos científicos. Pode ver uma meta análise aqui, onde se conclui que para pacientes com depressão leve a moderada, a erva de São João tem eficácia e segurança comparável com os fármacos habituais. 

imagem copiada da net

Curcuma
É usada na Índia há milhares de anos, mas nos últimos tempos é a especiaria com mais estudos feitos e entre muitas outras ações no nosso corpo, a Curcuma também é antidepressiva.
Neste estudo que pode ver aqui, diz que há um interesse no uso da Curcumina, porque tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes , neuro-protetoras e também antidepressivas.
A Curcuma é muito fácil de usar, basta juntar diariamente às refeições. Neste blogue, noventa por cento das receitas têm Curcuma, são receitas dos meus almoços onde sempre junto um pouco de Curcuma, visto ser indicada como a grande especiaria anti-inflamatoria.



Maca 
A Maca é consumida como alimento medicinal no Peru há milhares de anos e tem efeitos ansiolíticos e antidepressivos. Este estudo que pode ver aqui, mostrou que nos tecidos cerebrais dos ratos, após seis semanas de tratamento, os níveis de noradrenalina e dopamina aumentaram pelo consumo de extrato de Maca. 
Pode tomar em pó, usar 3 colheres de café ao dia.

Alecrim - 
Este estudo conclui que o alecrim pode ser usado para aumentar a memoria, reduzir a ansiedade e a depressão e melhorar a qualidade do sono em estudantes universitários. Beber duas a três chávenas ao dia.

Estas são as plantas mais estudadas em depressão. Tomar plantas para a depressão é unicamente uma ação contra os sintomas da depressão, pode ter o seu efeito e a pessoa só com elas se sentir melhor, caso não aconteça é por que seu corpo precisa de outras ações para o ajudar.
Um Tratamento Natural pode passar pela toma de uma planta que contrarie o desequilíbrio que incomoda, mas é muito mais do que isso. Um Tratamento Natural tem como finalidade a Saúde cada vez melhor da pessoa, que assenta em vários pilares que ajudam o corpo e promovem a Saúde.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A depressão e suas causas


Para mim a depressão e a maior parte das doenças mentais/emocionais  são doenças físicas.
Claro que perante várias circunstâncias da vida podemos desesperar, até ter vontade de morrer, existem situações muito difíceis de lidar, mas estar-se continuamente deprimido, tomar-se fluoxetina por anos e não sair desse mau estar, é para mim um problema físico, um problema do estilo de vida.

Estou totalmente de acordo com aquela frase antiga que diz "mente sana em corpo sano", a mente só tem paz, o cérebro só executa todas as suas funções e delas derivam as emoções se tiver as condições adequadas, principalmente uma boa oxigenação e alimentação e isso é feito pelo sangue através de uma excelente circulação sanguínea.
Não podemos continuar a nos concentrar exclusivamente sobre as influencias ambientais, a educação e a cultura. Nossa saúde mental está ligada à nossa dieta e ao nosso estilo de vida.
Se alguém quer realmente resolver os seus problemas mentais tem de reconsiderar o que come, a que horas se deita, quantas horas dorme, que exercício faz, enfim um conjunto de fatores a serem questionados.

Há cada vez mais pessoas a serem medicadas, com o objetivo de resolverem suas angustias mentais, mas parece não estar a dar certo, porque cada vez há mais deprimidos e desvitalizados. O paradigma pílula para a depressão não está a funcionar.

Vejamos o que um dos Mestres da Medicina Natural disse sobre a depressão: " Estes problemas do cérebro têm suas raízes no intestino e caraterizam-se por febre mais ou menos intensa no interior do ventre. Também a pele destes doentes é inativa e fria o que revela desequilíbrio térmico crónico."
Conta-nos o caso de uma senhora que esteve hospitalizada por 2 meses e que piorava de dia para dia, foi levada para casa e submeteu-se ao seu tratamento que consistia: três banhos genitais por dia de 15 a 20 minutos, esfregar o corpo com uma toalha fria ao levantar, e dormir todas as noites com argila sobre o ventre. Durante o primeiro mês a sua alimentação foi quase exclusivamente de frutas e verduras e em dois meses estava totalmente curada.

O que este homem observou há muito tempo, está a ser comprovado hoje como um principio básico da fisiologia, são muitas as evidencias que mostram o envolvimento da saúde gastrointestinal nas doenças neurológicas.
É como se tivéssemos dois cérebros, um dentro do crânio e outro no intestino, porque estes dois órgãos derivam do mesmo tecido no desenvolvimento fetal. Uma parte transforma-se em sistema nervoso central e a outra em sistema nervoso entérico e estão ligados através do nervo vago e mais algumas coisas, o que prova que a saúde intestinal tem uma influencia profunda sobre a saúde mental e vice-versa.
Sabia que o neurotransmissor do Bem-estar - serotonina - se encontra tanto no cérebro como no intestino?


Esta ligação intestino-cérebro é bem conhecida pela Medicina Chinesa que considera o baço o responsável por todo o processo digestivo, ele transforma os alimentos ingeridos no estômago em nutrientes possíveis de serem assimilados pelo corpo, logo a qualidade do sangue  e a vitalidade dependem do bom funcionamento do baço. Mas, o baço também é o responsável pelo "bom pensamento - boa reflexão", ou seja as pessoas com uma energia do baço forte têm um bom raciocínio, bom poder de concentração e boa faculdade mental, ao contrario das pessoas que têm um baço fraco. Daqui concluímos a relação que os chineses já viam, mesmo partindo de analogias diferentes das nossas a conclusão é muito semelhante, a de que bom intestino é sinal de bom sistema nervoso e de bons pensamentos, assim como de boa qualidade sanguínea.
Vejamos outro exemplo:

A medicina chinesa considera a depressão pós-parto um vazio de sangue, ou seja uma deficiência da qualidade sanguínea, o tratamento aconselhado é a fortificação do sangue. No entanto este problema pode não existir unicamente no pós parto, a nossa alimentação atual é tão pobre em nutrientes que as depressões podem ter como causa a pobreza sanguínea. Muitos já falam que as crianças hiperativas ou com dificuldades em concentração tem um défice vitamínico e mineral.

Na semana passada o humorista Ricardo Araújo (gato fedorento) num programa televisivo contou que sua filha era uma criança triste, sem muita vida, andava sempre abatida e ninguém percebia o porquê, até que depois de muitos exames e porque não estava a aumentar de peso se descobriu que era celíaca, ou seja alérgica totalmente ao glúten e aos lácteos. Quando os pais retiraram esses alimentos da sua ementa, a criança mudou, passou a ser outra, mais alegre e contente.
É um bom exemplo para percebermos o quanto o bem estar físico influencia o mental.

É importante percebermos o nosso corpo, para que dessa forma o possamos ajudar e assim sermos ajudados, nós somos o nosso melhor medico, nós é que fazemos as escolhas, então há que ter conhecimento. Na depressão não é diferente, apontamos isto e aquilo como causas , mas a verdadeira causa é a falta de Saúde que significa dor e desespero sob todos os pontos de vista.

Mais uma vez transcrevo um dos Mestres do Bem Viver:
" Um corpo saudável goza de paz e de um coração alegre, porque reina a harmonia nas suas funções fisiológicas e nos seus estados de alma.
O homem que goza de boa Saúde física e mental procura o Bem-estar do seu semelhante, a maldade e  os vícios são geralmente consequências de estados patológicos do nosso organismo, já que nosso Espirito, através dos órgãos corporais e de um sangue viciado e envenenado , mantém um estado de irritação e congestionamento dos centros nervosos, que nos faz agir fora da ordem, levando assim aos problemas mentais que conhecemos.
Quando há Saúde há Alegria e Bem-estar."

terça-feira, 6 de maio de 2014

A causa por trás da Síndrome do Pânico


A Síndrome do pânico é caraterizada como seu nome indica por ataques de pânico, de medo, de ansiedade levada ao extremo. As crises surgem inesperadamente e podem ser tão intensas que a pessoa pensa que vai morrer, em 30 segundos a pessoa que estava a sentir-se bem passa a sentir: boca seca, tremores, taquicardia, falta de ar, mal estar na barriga ou no peito, sufocamento e tonturas, por isso a pessoa vive com medo de ter outro ataque, o que leva a alterar o seu comportamento em casa, na escola ou no trabalho.


Estas crises de pânico eram ou ainda são pela medicina convencional atribuídas a fatores nervosos ou desequilíbrios psicológicos, mas tenhamos em conta que todo o fenómeno psicológico tem como base um fenómeno físico, nada é puramente psicológico, aquilo que faz disparar o pânico numa pessoa é o mesmo que existe em nós e que desencadeia uma reação de fuga e luta numa situação de emergência.
Então, que desequilíbrio físico pode existir que contribua para os ataques de pânico?
A Hipoglicemia...mais propriamente a Hipoglicemia reativa.

O que é Hipoglicemia?
É uma diminuição no nível de açúcar (Glicose) no sangue, que pode produzir uma variedade de sintomas e efeitos, como um fornecimento inadequado de alimento ao cérebro, resultando em alterações das suas funções.
Dentro do padrão de normalidade fala-se que o valor normal da glicose varia entre 70 e 100, no entanto cada pessoa é diferente, existem pessoas com valores em jejum de 70 e que não acontece nada e outras com o mesmo valor em que o corpo dispara com todos os sintomas da hipoglicemia, que são: tremores, visão turva, suores, taquicardia, sensação de desmaio, ou seja os mesmos que dos ataques de pânico.
Claro que temos de fazer analises, elas dão-nos uma ideia, mas também temos de ter olho clinico e ver o doente, perceber o que não vem escrito em exames, porque toda a doença ou todo o desequilíbrio é um processo individual.

O grande alimento do cérebro é a glicose, no entanto como temos um organismo perfeito, ele também consegue após 24 horas de jejum usar corpos cetónicos, mas a glicose é o combustível mais usado, e quando dizemos que houve uma diminuição dos valores da glicose no sangue, significa que a disponibilidade desse combustível para o cérebro baixou e falta energia para o sistema nervoso central. Como fomos feitos para resolver tudo o corpo reage e produz substâncias que faça tirar a glicose de algum lugar e mandar para o cérebro, por exemplo o corpo começa a aumentar a produção de cortisol, de adrenalina para ajudar. O aumento destas hormonas no organismo vai levar a sintomas do tipo lutar ou fugir como a taquicardia, mãos frias, transpiração, visão turva, ver luzinhas e sensação de desmaio ou adormecimento das extremidades, tudo sintomas semelhantes aos do ataque de pânico. Há quem defenda que não existe síndroma do pânico sem hipoglicemia, porque o que dispara a sintomatologia da sensação de "eu vou morrer" é a hipoglicemia.
Mas não estarão os problemas psicológicos também implicados?
Claro que sim, o stress pode agravar assim como outros transtornos emocionais, mas fisiologicamente se as pessoas não tiverem hipoglicemia não vão desenvolver a sensação de pânico, podem até ter outros sintomas, mas o de pânico não.

Para se resolver este desequilíbrio, a pessoa tem de corrigir o corpo, e não o faz com comprimidos, tem de ter uma alimentação adequada para que a glicemia se mantenha dentro dos padrões normais da própria pessoa. Vários fatores podem estar por trás da hipoglicemia, como uma alimentação inadequada, uma resistência à insulina ou até uma síndrome fúngica com disbiose intestinal.
Não tem sentido a prescrição de calmantes, não tem sentido a psicoterapia com conversa disto e daquilo enquanto não se resolver o problema da hipoglicemia e o problema da hipoglicemia - já que é falta de açúcar- não se resolve a comer açúcar, antes pelo contrario, o açúcar pode ser uma das causas...mas fica para outro poste, que este já vai longo...falarei mais sobre a causa e o tratamento da hipoglicemia do meu ponto de vista.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Hoje é a tensão alta, é a resistência à insulina...Amanhã é a doença de Alzheimer

Imagem copiada net
No meu percurso pedestre deste fim de semana, encontrei um senhor meu conhecido de 78 anos, que caminhava sozinho. Perguntei-lhe pela esposa e com ar triste e até algumas lagrimas, respondeu-me que estava no Lar. Teve de interna-la, porque sofria de Alzheimer e já não conseguia tomar conta dela. Ficou sozinho.
Quantos casos destes não existem?
Casamos, trabalhamos 40 anos e depois quando ficamos de "ferias" um de nós adoece e o outro fica sozinho...realidade triste.
A saúde é como a felicidade, é um direito que temos, por isso é importante não sermos negligentes, é importante perceber que chega uma hora que temos de "agarrar o touro pelos cornos" e respeitarmos o nosso corpo.

Como sabemos a doença de Alzheimer  é uma forma cronica de demência que resulta em perda de memoria grave e por vezes a morte.
A tristeza é que o numero de pessoas com Alzheimer continua a aumentar... mas...nós não queremos fazer parte desta lista futura, porque ter alzheimer não é uma parte normal do envelhecimento.

O Alzheimer como todas as doenças cronicas e degenerativas não surgem de um dia para o outro, elas instalam-se e permanecem porque o organismo "aceitou conviver" com esse desequilíbrio funcional, por isso é mais comum na terceira idade onde o corpo carece de energia Vital.

Pensa-se que há uma correlação entre o alzheimer e outras doenças.
Muito tempo antes de surgir o Alzheimer, o corpo surge com doenças precursoras da demência, coma a resistência à insulina ( diabetes tipo 2) hipertensão arterial, o aumento de gordura na zona da barriga unicamente e até níveis elevados de acido úrico. Sim. Há uma relação entre estas doenças, a inflamação sistémica e o surgimento do Alzheimer, o que nos leva a dizer que ao prevenirmos e controlarmos estas doenças estamos a fazer uma verdadeira prevenção ao Alzheimer na terceira idade.

A Medicina Natural Tradicional há muito que defende que quase todas as doenças cronicas degenerativas estão relacionadas e têm causas similares, ou seja surge um desequilíbrio - uma falha no multi-sistema - que numa pessoa leva a determinada doença/sintoma e noutra pessoa a outra doença/sintoma, por isso alguns Mestres da saúde antigos defenderam que a doença é só uma, os doentes é que são muitos, porque seria a forma como essa doença iria se desenvolver naquele corpo.

O facto da doença ser "uma só árvore com vários ramos" é uma boa noticia, porque se conseguir resolver com sucesso um problema irá melhorar todos os outros.
O que quero dizer com isto?
Vamos supor que tem 40 anos ou 50, que tem hipertensão, tem os valores da glicemia altos, logo tem a probabilidade de quando chegar aos 70 ou 80 anos vir a ter Alzheimer, por isso temos de trabalhar agora, e conseguir através do estilo de vida valores normais e muito importante  - sem medicação.
Previne a hipertensão, a diabetes e diminui o risco da doença de Alzheimer.

Se chegou até aqui deve de estar a perguntar-se, mas o que é que eu posso fazer? Que medidas ou que alterações posso tomar?
Não há uma receita, há um estilo de vida a viver e a implementação de algumas técnicas simples, como:
- Ter uma alimentação nutritiva, com abundancia de alimentos frescos, vivos, crus como os legumes e a frutas. Evite tudo o que é alimentação industrial, evite o açúcar, o excesso de amido.
- Diariamente ingira ácidos gordos  benéficos como os omega-3, mas derivados das sementes como linhaça e chia, entre outras. O peixe também é uma fonte de ómega -3, mas cuidado porque a maioria está contaminado com mercúrio e são de aquicultura.
- Comer alimentos com cor, principalmente os que variam nas cores avermelhada e roxa como as uvas, as ameixas, as amoras, os morangos, as cerejas, a beterraba. O que faz estes alimentos terem estas cores é um pigmento chamado de antocianinas que possui uma atividade antioxidante vinte vezes maior que a Vitamina C e cinquenta vezes superior à da vitamina E.
- Esforce-se para melhorar sempre o seu stock de Vitamina D, para isso exponha o mais que puder sua pele ao sol.
- Faça exercício, ande...caminhe...dance...mexa-se.
- Evite o alumínio, é um ingrediente muito comum em produtos de uso diário, como desodorizantes, cosméticos, produtos de higiene pessoal ou de limpeza, assim como em utensílios de cozinha como tachos e frigideiras.
- Evite medicamentos, especialmente os prescritos para dormir, para a hipertensão, reposição hormonal e anti-psicóticos, pois alguns tem sido ligados à demência como:
 Metildopa - medicamento anti-hipertensivo.
Cloridrato de propranolol ( Inderal) - é um betabloqueador usado em varias situações nomeadamente hipertensão.
Cimetidina ( Tagamet) - medicamento usado para reduzir o ácido no estomago e prescrito em ulceras duodenais e gástricas.
Alprozolam ( Xanax) que é um antidepressivo.
- Evite as vacinas, elas não são totalmente inócuas, muitas vezes contêm mercúrio e alumínio que são ambos prejudiciais para o cérebro.
- Beba água sem fluor.
- Exercite o cérebro, aprenda a gostar de aprender, viaje, passeie, escreva, faça palavras cruzadas...qualquer coisa que traga satisfação e vontade de se conectar com o outro...com o Mundo.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Seja Feliz e não sofra de Osteoporose

imagem retirada net
A Osteoporose não resulta unicamente da falta de ingestão de cálcio, é resultado de um desequilíbrio mais profundo.
Um dos vários fatores que contribuem para a existência de ossos rendilhados é a depressão.
Quando uma pessoa está deprimida, sem entusiasmo, há perda de massa óssea, há secreção de hormonas que suprimem a formação do osso.

Há muito tempo, há bem perto de 4000 anos, houve um rei, considerado muito sábio, o Rei Salomão que escreveu em Provérbios 17:22  "um coração alegre constitui um bom remedio, mas um espirito triste seca os ossos."
Um espirito triste, melancólico sem vontade de viver, seca os ossos, torna-os mais débeis e mais fracos, mas finos, mais suscetiveis a fracturas.
A tristeza afeta de tal maneira o nosso sistema endócrino, que nossos ossos sentem.


Por isso a solução está em não se deixar deprimir, a vida é demasiado bela e curta, não podemos deixar de a VIVER...por isso sorria, abrace a Vida, jogue à macaca e tenha ossos fortes.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Doenças da mente ou desequilíbrios do corpo?


Depressão, nervosismo, irritabilidade, ansiedade, pânico, fobias, traumas de infância, etc.,
Estas palavras são bem familiares, ouvimo-las muitas vezes, como diagnóstico do nosso mal-estar.

Mas…será que estas “doenças mentais” não têm as costas largas?
Quantas vezes o nervosismo, a irritabilidade não é causado por um desequilíbrio do Fígado?
O sofredor de fígado é um infeliz nas suas mazelas, tem inveja, irrita-se com facilidade, é mesquinho e vingativo, mas tudo isto deve-se à sua condição orgânica, aos seus “maus fígados”.
O ter medo, o sofrer de ansiedade pode ter como causa uma insuficiência do rim e das supra-renais.
O estado deprimido dos jovens pode dever-se às más notas nos exames, mas também à escassa produção de tiroxina pela glândula tiroide.

Derivam os nossos estados mentais desequilibrados, unicamente de causas mentais ou têm uma componente orgânica?
O contrário também pode ser perguntado: o estado da mente não influencia o estado do corpo físico?
Somos como uma moeda, temos a cara e a coroa e uma interfere na outra e vice-versa.
Podemos dizer, “ mente sã em corpo são” ou “ corpo são com mente sã”.

Henri Baruk, um francês neuro-psiquiatra disse. “ Numerosos mecanismos fisiológicos podem ser, com efeito, origem de perturbações mentais”.

Para deixarmos desabrochar a paz, alegria e todas as boas emoções que todos temos dentro, temos que ser saudáveis.
Os iogues sabem que os exercícios mentais, como a meditação, o estar no “agora”, o estar uno, só são atingidos, quando se consegue o “silencio do corpo”, isto é quando o corpo está bem, sem necessidade de reclamar.
Podemos dizer que os desconfortos orgânicos são obstáculos ao aprofundamento da Consciência.