quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Que penso eu sobre o Cancro?

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Cancro é um tema complicado pelas suas próprias implicações na vida de todos nós, é uma complicação que nos invade portas a dentro. Todos nós conhecemos pessoas com cancro.

Como não sou médica, não vou comentar se concordo ou não com os tratamentos convencionais, mas posso assegurar que a Medicina Natural pode fazer muito para melhorar o estado do paciente e com isso nossas possibilidades de cura e de sobrevivência se multiplicam.

Sabe-se que no Cancro ocorre uma mutação genética que pode ter uma causa interna ou externa. Na replicação celular pode ocorrer uma mutação do material genético, esta mutação pode dever-se ao próprio metabolismo celular, onde se criam os radicais livres. Os radicais livres se não forem neutralizados por antioxidantes ( Vitamina C e outros compostos existentes nas frutas, verduras e plantas) têm a capacidade de afetar o nosso material genético e provocar mutações e outras alterações celulares.
Como causa externa temos a exposição a vários carcinogéneos, como muitos dos químicos encontrados na alimentação, nos aromas, nos cremes, no tabaco, nos produtos de limpeza, na água, no ar, etc... todos eles contribuem  para alterações celulares, nas quais muitas das vezes a célula perde o controlo do seu crescimento, gerando um tumor, que por sua vez poderá ou não ser cancerígeno, dependendo da sua capacidade para invadir outros tecidos ou para metástasiar.

Seja qual for a causa, a célula tumoral apresenta na sua superfície antígenos específicos do próprio tumor, o que "levanta as orelhas" do nosso sistema imunitário para as atacar, visto que sofreram mutações. Assim, percebemos a importância de ter um bom sistema imunitário, altamente operativo. Para que funcione assim é necessário que não haja carências que possam afectar o seu funcionamento, dai a grande importancia da alimentação, como no caso da Terapia Gerson com 12 sucos diários, da suplementação com produtos naturais (não vitaminas sintéticas), da acupuntura, da homeopatia e da fitoterapia, tudo para ajudar este sistema de defesa, a defender.

Podemos dizer, que tudo aquilo que favoreça a mutação celular, ou que impeça a reparação dessa mutação, ou tudo aquilo que diminua a capacidade do nosso sistema imunitário para detetar e  destruir células alteradas geneticamente, será um promotor do cancro.
Por isso podem contribuir para o cancro, os radicais livres, contaminação ambiental, tabaco, vírus, aditivos alimentares, radiações (radiações ultravioletas, exames radiológicos, TAC, telemóveis, micro-ondas, etc) e o tipo de dieta, que pode favorecer ou prevenir o surgimento de um cancro.

Quando se fala em cancro, é referido normalmente o local, cancro de mama, de intestino, de próstata, mas como dizia Lezaeta, não se devia de falar em Cancro, mas em Cancerose, um estado geral de degeneração orgânica. Há que entender que as células fazem parte de um Todo que é o organismo, não significa que o cancro esteja no corpo todo, mas que existe neste "todo" - o corpo - características físico-químicas e psicológicas que favoreceram o surgimento do cancro.
Por exemplo, se medirmos o PH de um organismo com cancro, veremos que é acido.
Sabe-se que a depressão e o stress produzem para estados imunossupressores que podem favorecer o cancro e impedir a sua cura, por isso em qualquer tratamento devem ser avaliados.

Em 1931, o Dr. Otto Warburg ganhou o prémio Nobel da Medicina, ao mostrar a causa do cancro, descobriu entre outras coisas que uma célula se torna cancerosa quando é privada de oxigénio, isto normalmente se dá num meio extra-celular ácido (daí a importância de uma dieta alcalina), mas também afirmou que este processo era reversível, caso estabelecêssemos de novo a via aeróbica e a alteração da matriz extra-celular para alcalino.

Tudo aponta, para que o cancro seja a ultima fase de acumulação de toxinas.
Assim, para preveni-lo ou para trata-lo temos de desintoxicar, activar mecanismos que "limpe" o tecido extra e intracelular.
No tratamento convencional, a quimioterapia atua por envenenamento direto sobre as células tumorais o que provoca a sua destruição; o problema é que NÃO diferencia entre o que são células tumorais e o que são células saudáveis.
A medicina convencional não leva em conta, o corpo como um todo, por isso não dá importancia ao estado de acidez do organismo, nem sua intoxicação, nem os seus sistemas próprios de regulação que tanto criam o cancro como o eliminam. Ou seja tudo aquilo que o organismo tenta fazer para recuperar-se, para defender-se do cancro, é destruído pela quimioterapia. Se a quimioterapia não eliminar o tumor, depois de a fazermos, perdemos toda a capacidade para nos defendermos por nós proprios. 
Por isso é importante avaliar bem os tratamentos escolhidos, e sempre que se opte por tratamento convencional (cirurgia, quimioterapia, radioterapia)  devemos de o acompanhar de medidas protetoras e estimulantes como as que oferece a Medicina Natural.

Para mim o tratamento do Cancro assenta e inicia-se com mudanças na dieta, privilegiando uma nutrição que desintoxique, alcalinize  e regenere tanto a matriz extra-celular como o sistema linfático.
Posteriormente à desintoxicação é necessário iniciar um tratamento imunoestimulador, para ajudar o próprio sistema imunitário a trabalhar na eliminação do tumor.

Tanto a desintoxicação, como a alcalinização, a regeneração, a estimulação dos sistemas de defesa que a Natureza nos proporcionou, tudo isto é feito com dieta, exercício, plantas, medicamentos homeopáticos, acupunctura, fitoterapia chinesa, tratamentos locais e um aprender Amar o Corpo e a Vida.
É muito? É pouco?
Terá de ser feito o suficiente, para que cada pessoa com Cancro possa conseguir o retorno à normalidade, à vida saudável.


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